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Pegula vence Anisimova e chega à 8ª final de WTA 1000

Pegula avança à oitava final de WTA 1000 em Dubai após virada sobre Anisimova, e encara a vencedora de Gauff vs. Svitolina

Jessica Pegula (Foto: Dubai Duty Free Tennis Championships)
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  • Pegula derrotou Amanda Anisimova e avançou para a final do WTA 1000 de Dubai, vencendo por 1/6, 6/4 e 6/3 em 2h02.
  • A vitória leva Pegula, de 31 anos, à 21ª final na WTA e à oitava decisão em torneios de nível 1000, com 9 títulos na carreira.
  • Esta foi a sexta semifinal consecutiva de Pegula no circuito, e ela disputa apenas a segunda decisão no mesmo período desde o US Open, após ter sido vice em Wuhan.
  • A oponente da final sairá do duelo entre Coco Gauff e Elina Svitolina, que encerram as semifinais no sábado.
  • Anisimova tentava recuperar posições no ranking após não defender pontos em Doha; venceu o primeiro set, mas cedeu na etapa final diante das dificuldades no serviço e erros não-forçados.

Jessica Pegula venceu Amanda Anisimova pela sexta vez seguida e está na final do WTA 1000 de Dubai. A partida, realizada nesta sexta-feira, terminou em 1/6, 6/4 e 6/3, em 2h02 de duelo. Pegula abriu caminho rumo à decisão ao reverter a desvantagem no segundo set.

A jovem americana Anisimova abriu o primeiro set com duas quebras, fechando em 6/1. Pegula reagiu, venceu o segundo set por 6/4 e consolidou a virada no terceiro, com saque sólido e apenas um breakpoint confirmado. No terceiro set, Pegula não cedeu broken points.

Com 31 anos, Pegula disputará a 21ª final no circuito WTA e busca o 10º título, já tendo vencido três torneios de nível 1000. A adversária na decisão sairá do duelo entre Coco Gauff e Elina Svitolina, que se enfrentam ainda hoje em Dubai.

Anisimova, 24 anos, ex-número 3 do mundo, chegou à semifinal após eliminar Mirra Andreeva nas quartas. A norte-americana tentava defender pontos de Doha e ampliar posição no ranking, mas encerrou a participação na semis.

O início do duelo favoreceu Anisimova, que abriu com confiança e abriu vantagem no primeiro set. Pegula ajustou o serviço, equilibrou a batalha de raquetadas e passou a ditar o ritmo a partir do segundo parcial, aproveitando os momentos certos para trabalhar os erros da adversária.

Na parcial decisiva, Pegula viu melhor rendimento no saque e manteve o domínio dos ralis. Anisimova, com quatro aces no set, teve mais erros não-forçados, facilitando a virada de Pegula, que fechou a partida com apenas um breakpoint convertido.

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