- Verstappen volta a criticar as novas regras da Fórmula 1, dizendo que não quer que a categoria se aproxime da Fórmula E e defende manter o foco em um bom motor.
- O piloto pediu que a Fórmula E permaneça como é, sem aumentar a eficiência das baterias.
- O diretor técnico da FIA, Nicholas Tombazis, afirmou que o sistema pode sofrer ajustes com base nas primeiras impressões dos carros em pista.
- Mudanças só devem ocorrer após o teste na pista, quando a competição já estiver em andamento, e é improvável que haja alterações entre o GP da Austrália e o da China.
Verstappen voltou a criticar o novo regulamento da Fórmula 1, afirmando que não quer que a categoria siga rumo semelhante à Fórmula E. O piloto pediu manter a identidade da F1, sem aumentar a eficiência das baterias e mantendo o foco em um motor potente.
Ele reforçou a posição em uma coletiva realizada durante o evento de apresentação da temporada, defendendo que a Fórmula 1 permaneça distinta da eletrificada segunda categoria de carros de corrida. A mensagem foi transmitida aos jornalistas presentes.
Repercussões da FIA e próximos passos
O diretor técnico da FIA, Nicholas Tombazis, disse que o sistema atual é passível de ajustes a partir das reações nas pistas. Ele mencionou que muitos testaram nos simuladores e surgiram preocupações, inclusive de Verstappen, e que mudanças podem ocorrer.
O dirigente ressaltou que os carros são novos e que as avaliações continuam com a temporada já em andamento. Segundo ele, é improvável mudança entre as corridas de Austrália e China, mas ajustes poderão ocorrer fora de prazos longos e após debates com equipes e fornecedores.
Ainda conforme Tombazis, as alterações dependem do desempenho na prática, no Bahrein, onde o regulamento passa pela governança. O objetivo é alinhar o projeto aos feedbacks recebidos, sem interromper o ritmo das competições até que haja consenso técnico.
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