- Grigor Dimitrov reformula a equipe após lesão grave e contratou David Nalbandian; já havia trabalhado com Xavier Malisse.
- Nalbandian e Malisse estão aposentados há mais de dez anos, mas compartilham experiência de carreira com o búlgaro de 34 anos.
- A estreia com Nalbandian no ATP 500 de Acapulco terminou com derrota em sets diretos para Terence Atmane.
- Dimitrov tem histórico contra os treinadores: perdeu para Nalbandian em Queen’s em 2012, e tem duas vitórias e uma derrota contra Malisse.
- O atual número 44 do mundo segue para os Masters 1000 de Indian Wells e Miami.
Grigor Dimitrov reformula a própria equipe após uma grave lesão sofrida em Wimbledon do ano passado. O búlgaro ficou meses longe das quadras, rompeu com o treinador Jamie Delgado e, já em 2026, passou a trabalhar com Xavier Malisse e, mais recentemente, David Nalbandian.
A mudança acontece em um momento em que Dimitrov busca recuperação de posição no ranking. O objetivo é reestruturar o jogo em torno de pontos em comum com os novos parceiros, que se aposentaram há mais de uma década, mas ainda trazem experiência de circuitos.
Na prática, a estreia com Nalbandian ocorreu no ATP 500 de Acapulco, com derrota para Terence Atmane. O desempenho não foi o esperado, mas o avanço do entrosamento já era visto como positivo pelo jogador.
Dimitrov enfatizou que havia compatibilidade com os dois, ressaltando que já os enfrentou e que a identificação com o momento de suas carreiras ajuda no processo. Nalbandian já havia vencido Dimitrov em um confronto anterior, em Queen’s, em 2012.
O búlgaro também compartilhou que mantém histórico favorável contra Malisse, com duas vitórias e uma derrota. Sobre Nalbandian, há uma vitória de vantagem para o retrospecto entre eles, mantendo o equilíbrio observado ao longo da parceria.
O francês Terence Atmane, que derrotou a dupla Dimitrov-Nalbandian, demonstra os desafios iniciais dessa nova configuração. O próximo compromisso envolve os Masters 1000 de Indian Wells e Miami, onde o objetivo é consolidar o entrosamento.
A reformulação chega em um momento de recuperação física e resiliência competitiva. A dupla busca evoluir o ritmo de jogo, ajustar estratégias e recuperar posições no ranking, sem prazos estabelecidos para a plena adaptação.
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