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Leclerc vê ultrapassagens como grande desafio na F1 de 2026

Leclerc vê ultrapassagens como grande desafio com o regulamento de 2026; pilotos destacam necessidade de ajustes e impactos nas estratégias de corrida

Charles Leclerc durante os testes de pré-temporada da F1 2026 no Bahrein — Foto: Mark Sutton - Formula 1/Formula 1 via Getty Images
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  • Leclerc afirmou que ultrapassar na F1 em 2026 deve ser um grande desafio com o novo regulamento, prometendo mudanças na aerodinâmica e na unidade de potência.
  • O regulamento elimina o DRS em 2026 e introduz o Modo de Ultrapassagem, que usa energia recuperada durante a frenagem, exigindo distância mínima de um segundo entre os carros.
  • Esteban Ocon disse que, nos testes, houve perda de tração ao seguir outros carros e que o modo de ultrapassagem parece difícil de explorar, devendo ser ajustado.
  • Andrea Stella, chefe da McLaren, afirmou que o boost mode pode não trazer grandes benefícios na prática e que é preciso tornar as ultrapassagens viáveis.
  • George Russell mostrou visão mais positiva, destacando que cada pista terá estratégias diferentes para usar a energia extra, o que torna as ultrapassagens um tema empolgante.

As mudanças técnicas previstas para 2026 prometem redefine a Fórmula 1, especialmente no que diz respeito às ultrapassagens. O novo regulamento abrange aerodinâmica e potência, o que deve alterar a dinâmica entre os carros na pista.

Charles Leclerc vê as manobras de ultrapassagem como um grande desafio com a nova geração de carros. O relato surge após a pré-temporada no Bahrein, onde as equipes testam o desempenho sob o novo regime.

Esteban Ocon, da Haas, também comentou sobre a dificuldade de ultrapassar com as mudanças em vigor. O piloto espanhol está entre os que destacam a necessidade de ajustes na implementação das regras para manter a competitividade.

Debate sobre ultrapassagens com novas regras

Até 2025, o principal recurso para ultrapassagem era o DRS, acionado em trechos específicos quando a diferença era inferior a 1 segundo. Para 2026, o sistema é abolido e surge o botão do Modo de Ultrapassagem, ligado à energia recuperada durante a frenagem.

Essa energia adicional pode exigir distância de segurança maior para ser eficaz. O efeito prático ainda depende do ajuste fino das regras pela FIA e das evoluções que podem ocorrer ao longo da temporada.

Os pilotos do clube de Stella avaliam o novo one-man tempo de energia como um fator que pode tornar as ultrapassagens menos previsíveis. A equipe analisa formas de tornar a manobra viável sem depender de vantagens puramente técnicas.

Avaliação de pilotos

Oscar Piastri, da McLaren, adota tom cauteloso e reconhece que o regime demandará adaptação. A ideia é que os fabricantes otimizem o uso da energia para facilitar as ultrapassagens ao longo do ano.

George Russell, por sua vez, manteve uma visão mais otimista, destacando que cada circuito impõe usos diferentes da energia disponível. A trajetória de cada pista poderá influenciar a estratégia de ataque e defesa.

Entre os grandes nomes, Lewis Hamilton e Max Verstappen criticaram o novo regulamento. Hamilton aponta que o conjunto é complexo demais, enquanto Verstappen expressa insatisfação com termos como “anticorrida” e “Fórmula E com esteroides”.

Observou-se, ainda, que a F1 busca equilíbrio entre inovação tecnológica e a tradicional dinâmica de ultrapassagens. O objetivo é manter a essência das corridas, sem prejudicar a competitividade entre equipes.

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