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Will Santana relata trauma psicológico intenso um ano após acidente em Nazaré

Um ano após o acidente em Nazaré, Will Santana relata lesão psicológica grave e recorda resgate tenso que quase terminou em tragédia

Gigantes de Nazaré 2025 caldo Will Santana — Foto: Reprodução
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  • Um ano após o acidente em Nazaré, em fevereiro de 2025, Will Santana relata traumas psicológicos mesmo sem lesões graves.
  • Na gravação dos Gigantes de Nazaré, em 24 de fevereiro de 2025, o surfista foi engolido por uma onda gigante; o resgate, feito pelo piloto Daniel Rangel, aconteceu em cima da hora.
  • O episódio deixou marcas psicológicas fortes: dificuldade para dormir, flashbacks e dores pelo corpo, com a mente sendo o principal problema.
  • O retorno às ondas em Nazaré foi assustador, mas criado para enfrentar o trauma e seguir treinando.
  • O acidente levou Santana a recalcular a própria rota de vida, valorizando coisas simples e mudando a visão sobre escolhas diárias.

Will Santana relata traumas um ano após grave acidente em Nazaré: lesão psicológica relevante

O surfista sergipano Will Santana foi engolido por uma onda gigante em Nazaré, Portugal, durante a competição Gigantes de Nazaré, em 24 de fevereiro de 2025. A dupla dele, formada pelo piloto Eric Rebiere e Santana, acionou o resgate após a queda, enquanto Daniel Rangel, o segundo piloto, buscava uma brecha para socorrê-los. O episódio ocorreu perto do Canhão de Nazaré, uma das praias mais perigosas do mundo.

O resgate foi intenso e arriscado. Rangel acionou a manobra de resgate em tempo crítico, tentando salvar Santana mesmo com a aproximação de outra onda. Os dois atletas chegaram a ser engolidos pela água de forma brusca, mas conseguiram sair ilesos de maior gravidade física. A dinâmica envolveu decisões rápidas sob pressão extrema.

Apesar de não haver lesões graves, Santana descreve impactos psicológicos significativos. Ele relata dificuldade para dormir, episódios de dor e lembranças constantes do momento vivido durante o resgate. O atleta afirma que o trauma se manifesta em flashbacks e na percepção de que o medo é parte intrínseca do esporte.

Para lidar com o trauma, Santana decidiu retornar ao mar e voltar a surfar em Nazaré, buscando enfrentar o medo onde o acidente ocorreu. O retorno ao topo da onda foi marcado por cautela, com o objetivo de vencer o próprio temor e seguir competindo de forma mais consciente.

Segundo Santana, o episódio levou a mudanças em sua vida, incluindo a forma de encarar o próximo, bem como escolhas diárias. Ele enfatiza a necessidade de recalcular a rota pessoal e profissional diante de situações de alto risco, aprendizado que surge após eventos extremos.

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