- Stefanos Tsitsipas afirmou que as propostas financeiras da Golden Swing na América do Sul não são suficientes para ele considerar disputar os torneios na região.
- O tenista grego, então rankeado em torno da posição 30 do ranking, diz que preferências do circuito priorizam premiações maiores.
- Segundo ele, o Oriente Médio e a gira europeia oferecem cachês mais altos, o que influencia a escolha de calendário.
- Ele ressalta que a decisão também envolve logística, custo de deslocamento e planejamento da temporada, indo além de interesse pessoal.
- Apesar da preferência financeira, Tsitsipas reconhece a paixão do público sul-americano pelo esporte e informa que adoraria disputar torneios na região.
O tenista Stefanos Tsitsipas, número 30 do ranking, declarou que as propostas financeiras da Golden Swing na América do Sul não compensam para ele. Em entrevista ao site CLAY, o jogador afirmou que prefere torneios com premiações maiores e que, por esse motivo, não tem disputado as competições de Buenos Aires, Rio de Janeiro e Santiago.
Para Tsitsipas, a decisão não é apenas financeira. Ele explicou que a logística, os custos de deslocamento e o planejamento da temporada precisam se alinhar de forma estratégica, o que favorece destinos com maior cachê ou melhor suporte financeiro na atualidade. O atleta ressaltou que todos os jogadores observam garantias na escolha de torneios.
O comentário do grego ocorre em meio ao contexto da Golden Swing, série de torneios sul-americanos realizada logo após o Australian Open. Tsitsipas lembrou ainda a paixão dos fãs na região e disse considerar a América do Sul um destino desejável, embora o aspecto financeiro pese na balança de calendário.
Questionado sobre a relação com os fãs locais, o jogador destacou ter boa relação com o público sul-americano e admitiu curiosidade em competir na região. Ainda assim, reforçou que, no curto prazo, as decisões são pautadas por aspectos econômicos e pela viabilidade da temporada.
A reportagem também destacou que, em 2025, o pai do atleta comentou sobre as dificuldades de conciliar desejos esportivos com a agenda internacional, citando exemplos de Dubai e saibro como alternativas. Buenos Aires, Rio de Janeiro e Santiago são apontados como grandes torneios, mas o planejamento após o Aberto da Austrália complica a logística.
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