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FIVB testa novas regras do vôlei em 2026

FIVB testa regras de voleibol para 2026: 12 a 14 jogadores, oito substituições por set, desafio no rally e aquecimento ampliado, sujeito a revisão

Brasil e França no Mundial de vôlei (Foto: Divulgação Volleyball World)
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  • A FIVB vai testar novas regras de vôlei em 2026, durante a temporada de seleções, com a possibilidade de revisão nos testes.
  • Mudanças previstas: dois toques continuam permitidos no levantamento, desde que a bola não passe para o lado oposto; condução mais rígida, proibindo o toque-ataque e permitindo apenas largadas com as pontas dos dedos.
  • Elenco e confirmação: cada equipe poderá inscrever de 12 a 14 jogadores por partida, com líbero obrigatório; a lista deve ser confirmada até uma hora antes do jogo.
  • Desafios e regras de jogo: o rally não poderá ser parado no meio; bolas que tocarem o teto podem manter o lance se voltarem à mesma quadra; bolas raspando na defesa passam a ser elegíveis para o desafio; após o uso do desafio, o técnico não poderá pedir tempo técnico.
  • Outros ajustes: aquecimento de saque de 90 segundos sem adversários; oito substituições por set; interação entre árbitro e treinador permitida para esclarecimentos, mantendo-proibidos protestos.

Em uma nota oficial, a FIVB anunciou novas regras de vôlei que serão testadas pela primeira vez na temporada de seleções de 2026. A organização destacou que atualizações podem sofrer ajustes durante as fases de testes, antes de qualquer implementação definitiva.

Segundo a FIVB, as mudanças visam manter o fluxo do jogo e simplificar as regras, ao mesmo tempo em que buscam aumentar a compreensão e o envolvimento dos fãs. A divulgação marca o início de um período de avaliação com equipes de diversas nações.

Principais propostas para o vôlei

1. Dois toques: permitido durante o levantamento desde que a bola não cruze para o lado oposto da quadra.

2. Condução: regra mais rígida contra segurar ou arremessar; toque-ataque será proibido, apenas contatos com as pontas dos dedos valerão.

3. Relacionados: equipe pode inscrever de 12 a 14 jogadores por jogo, com um líbero obrigatório; lista confirmada até uma hora antes da partida.

4. Desafio no meio do rally: parada no meio do rally não será mais possível; técnico sinalizará o lance, e só poderá ver o replay se o time perder o ponto.

5. Toque da bola no teto: se a primeira ou segunda bola tocar o teto e retornar à mesma quadra, o rally continua; se for para o lado adversário, o lance é paralisado.

6. Erro de rotação: jogadores poderão se movimentar após o início do saque, antes mesmo de tocar na bola.

7. Interação entre árbitro e treinador: técnicos poderão ir ao primeiro árbitro para esclarecer marcações; protestos continuam proibidos.

8. Novo desafio: bolas raspando na defesa e ações de recepção de saque passam a ser elegíveis para desafio.

9. Tempo após desafio: após a resolução, o treinador que solicitou não poderá pedir tempo técnico.

10. Aquecimento: cada time terá 90 segundos de aquecimento de saque na ausência dos adversários na quadra, visando segurança.

11. Substituições: times poderão realizar oito substituições por set, em vez de seis.

12. Uso do apito: árbitro não precisará apitar em situações como bola fora claramente, saque encostando na rede ou tocar no bloqueio e sair.

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