- Elena Rybakina, campeã do Australian Open, busca manter a competitividade em Indian Wells, apesar das condições lentas.
- Ela venceu o Australian Open e o WTA Finals, mas teve eliminações precoces em Doha e Dubai neste início de temporada.
- Em Indian Wells, o circuito segue com ralis mais longos devido ao ritmo da pista; Rybakina venceu o torneio no deserto em 2023.
- A preparação pós-título foi positiva, com clima bom e recuperação após doença estomacal; a jogadora acredita estar pronta para o evento.
- Sobre o calendário da WTA, diz que as atletas precisam ser ouvidas; novo grupo de discussão foi criado, mas ela não foi consultada ainda.
Elena Rybakina encara as condições mais lentas de Indian Wells como um desafio, apesar de chegar ao evento com bom momento desde o fim de 2023. A jogadora, campeã do Australian Open em janeiro e da WTA Finals em Riad, busca manter a competitividade na primeira metade da temporada norte-americana.
O torneio realizado na Califórnia é conhecido por ralis longos e por reduzir a influência do saque, característica que tende a favorecer o estilo agressivo de Rybakina, que também venceu o evento no deserto em 2023. A tenista reconhece que o ritmo mais baixo exige paciência e consistência a cada ponto.
Na coletiva de imprensa, a jogadora explicou que as condições podem ficar mais desafiadoras com as mudanças climáticas entre os jogos diurnos e noturnos, mas afirmou ser possível vencer mesmo jogando de forma mais lenta. Ela ressaltou que a preparação foi positiva, mesmo com o calendário apertado após o título na Austrália.
Rybakina admitiu ter tido poucos dias de treino desde o título australiano, mas aprovou o clima e o retorno aos treinos. Ela mencionou que o início na Austrália não foi perfeito, mas que o desempenho foi evoluindo ao longo do torneio, o que ajudou a chegar aos grandes eventos com boa forma.
A atleta também comentou sobre o período de recuperação após abandonar o Dubai devido a uma doença estomacal. Segundo a jogadora, já está recuperada, com o calendário sendo considerado pesado, e com o retorno aos treinos para manter o nível competitivo.
Sobre o calendário da WTA, a cazaque defendeu que as jogadoras precisam ser ouvidas com mais clareza. Ela citou a existência de um conselho para discutir mudanças, liderado por Jessica Pegula, mas ressaltou a importância de ouvir as próprias atletas antes de qualquer decisão.
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