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Capitão da Davis, Oncins acompanha jogos e faz avaliações em Brasília

Oncins acompanha o Brasilia Open para observar brasileiros e definir convocações para a repescagem da Copa Davis contra a Suíça, em setembro

Foto: Andre Gemmer/CBT
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  • Jaime Oncins, ex-top 35 do mundo e capitão da Copa Davis, chegou a Brasília para observar jogadores no Brasilia Tennis Open, visando a convocação em setembro contra a Suíça.
  • O duelo da repescagem acontece em casa e vale vaga no qualificatório mundial de fevereiro de 2027.
  • O torneio teve onze jogadores na chave principal, com oito avançando às oitavas e dois na semifinal disputada neste sábado, incluindo Thiago Monteiro e Eduardo Ribeiro.
  • Oncins destacou a importância de torneios no Brasil para aproximar os tenistas de ranking entre os 200 e 250, favorecendo quem busca chegar aos top 100 a 150.
  • O técnico também comentou sobre a escolha de piso e a necessidade de ter João Fonseca no time, além de acompanhar o adversário suíço desde o sorteio para planejar estratégias futuras.

Jaime Oncins, ex-top 35 do mundo e capitão da Copa Davis, chegou a Brasília nesta sexta-feira para acompanhar o Brasilia Tennis Open, torneio challenger de nível 75. O objetivo é observar jogadores nacionais para a repescagem contra a Suíça, em setembro, pelo confronto disputado em casa. O vencedor garante vaga no qualificatório mundial de fevereiro de 2027.

O capitão utiliza a competição para identificar candidatos à equipe brasileira, com foco em potenciais convocados para enfrentar os suíços em setembro. Na chave principal desta semana, onze tenistas foram destaque, com oito avançando às oitavas e dois disputando a semifinal, entre eles Thiago Monteiro e Eduardo Ribeiro.

Oncins afirmou que jogar no Brasil ajuda os tenistas a se aproximarem dos torneios de alto nível e cita a importância de manter o contato com treinadores, além de acompanhar o desempenho em casa. Ele também ressaltou a possibilidade de adaptar-se a diferentes pisos na preparação para o confronto.

Observação de jogadores para o confronto com a Suíça

O capitão disse estar avaliando estilos de jogo dos suízos e como os atletas brasileiros podem reagir. O Brasil volta a atuar em território nacional após mais de três anos, com o piso ainda por definição. O técnico afirmou que o público e o ambiente de casa podem influenciar positivamente o desempenho da equipe.

Oncins comentou sobre a seleção de piso para o duelo, destacando que a equipe já disputou confrontos no saibro e em piso sintético. Ele mencionou a necessidade de escolher o piso que melhor aproveite as características dos jogadores disponíveis e do adversário.

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