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BYD avalia entrada na Fórmula 1 para ampliar popularidade global

BYD avalia entrar na Fórmula 1 ou no Campeonato Mundial de Endurance para ampliar o apelo global, enfrentando custos de até US$ 500 milhões por temporada

Veículos BYD U9 usados em teste em pista de corrida da montadora chinesa em Zhengzhou (Foto: Qilai Shen/Bloomberg)
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  • A BYD está avaliando entrar em competições automobilísticas, incluindo Fórmula 1 e endurance, para ampliar o apelo da marca globalmente.
  • As opções vão desde participar do Campeonato Mundial de Endurance, que inclui as 24 Horas de Le Mans, até a Fórmula 1, com possível criação de equipe própria ou aquisições.
  • O custo potencial de uma entrada na Fórmula 1 pode chegar a até US$ 500 milhões por temporada, e a decisão ainda não foi tomada.
  • Não houve resposta da BYD a pedidos de comentário; a empresa pode optar por não participar de nenhuma competição.
  • A ideia de uma equipe chinesa na Fórmula 1 é recebida com interesse por parte de autoridades da região, com a FIA sinalizando apoio a avanços do país no esporte.

A BYD avalia entrar no circuito automobilístico para ampliar seu alcance global, estudando opções que vão desde a Fórmula 1 até corridas de endurance. A ideia é impulsionar a visibilidade da marca fora da China.

Pessoas familiarizadas com o tema disseram à Bloomberg News que a BYD avalia uma participação direta, seja com a criação de uma equipe própria ou por meio de aquisições. As opções abrangem o Campeonato Mundial de Endurance, incluindo Le Mans.

Ainda segundo as fontes, os custos de entrada na F1 são significativos, com estimativas de até US$ 500 milhões por temporada. Nenhuma decisão foi tomada, e a BYD não se pronunciou oficialmente.

Cenário e impactos

A entrada da BYD na F1 representaria uma aposta relevante de uma fabricante chinesa em um esporte historicamente dominado por europeus e americanos. Outras montadoras chinesas já atuam de forma indireta ou em outras categorias.

A BYD cresce fora do mercado interno e busca consolidar o lançamento da linha Yangwang, com o veículo U9 Xtreme, que atingiu velocidade superior a 495 km/h em pista na Alemanha. A marca já superou a Tesla em vendas globais de EVs.

A popularidade da F1 na China tem aumentado, com retorno do grid a Xangai em 2024. Zhou Guanyu, piloto chinês, disputou a prova desde 2022. A próxima etapa da temporada ocorre em Xangai neste fim de semana.

No exterior, a FIA indicou apoio a uma entrada chinesa, posição que também é discutida após a chegada de Cadillac à Fórmula 1. A indústria automotiva global acompanha o movimento com atenção aos impactos econômicos.

A corrida pela presença na F1 segue cercada de debates sobre participação de novas equipes, avaliações de prêmio em dinheiro e impactos para equipes existentes, em especial diante da nova temporada.

A F1 tem adotado mudanças ecológicas, com regras híbridas mais fortes para 2026. O Endurance também utiliza propulsores híbridos, reforçando o eixo tecnológico do esporte.

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