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Jovens como Fonseca criam atmosfera única, diz Haas

Haas destaca jovens como Fonseca em Indian Wells, dizendo que novas histórias elevam a energia do torneio, mesmo com o debate sobre as bolas

Tommy Haas (Foto: Katelyn Mulcahy/BNP Paribas Open)
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  • O alemão Tommy Haas, diretor do Masters de Indian Wells, destacou o papel da nova geração no tênis e a necessidade de renovação constante no torneio.
  • O brasileiro João Fonseca, de 19 anos e 35.º do mundo, avançou às oitavas de final em Indian Wells, caindo apenas diante de Jannik Sinner em dois tiebreaks.
  • Haas afirmou que partidas de jovens como Fonseca criam uma atmosfera única nas arquibancadas, gerando curiosidade do público sobre o que podem fazer contra veteranos.
  • Alexandra Eala também foi citada como promessa do circuito, tendo sido eliminada nas oitavas pela tcheca Linda Noskova; Haas ressaltou o objetivo de trazer novas histórias e talentos.
  • O executivo comentou sobre os desafios de organizar um torneio desse porte, incluindo mudanças na marca de bolas, dizendo que há debate entre jogadores, mas busca-se equilíbrio para a competição.

Indian Wells, EUA — O alemão Tommy Haas, hoje diretor do WTA e do Masters de Indian Wells, avaliou o torneio que é visto como o quinto Grand Slam do calendário. Ele destacou a evolução da geração jovem e o papel da competição na renovação do tênis mundial.

O dirigente citou o brasileiro João Fonseca, de 19 anos e atual 35º do ranking, que avançou às oitavas de final ao ser eliminado por Jannik Sinner, vice-líder da ATP, em duros tiebreaks. Haas ressaltou que partidas de jovens criam uma atmosfera única nas arquibancadas.

A conversa também mencionou a filipina Alexandra Eala, que chegou às oitavas mas foi parada pela tcheca Linda Nosková. O executivo disse que o torneio precisa de novas histórias e talentos surgindo, gerando energia imediata na quadra e entre o público.

Haas destaca bastidores e mudanças

Organizar Indian Wells envolve muitos componentes que precisam funcionar em conjunto. Haas lembrou que existem desafios logísticos e decisões rápidas durante o evento, exigindo trabalho intenso de uma equipe grande.

Segundo o diretor, os torneios masculino e feminino costumam receber avaliação positiva de atletas pela infraestrutura e organização. O objetivo é oferecer uma experiência sem falhas para jogadores e fãs, mantendo o nível de exigência nos bastidores.

Troca de marca de bolas e equilíbrio técnico

Sobre a mudança de marca de bolas, Haas afirmou que o assunto gera debate entre jogadores, pois cada detalhe pode influenciar o jogo. A troca visa equilíbrio para que as condições sejam justas a todos, mesmo com preferência de alguns atletas por tipos específicos de bola. A transição da Penn para a Dunlop segue gerando discussões no circuito.

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