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F1 cancela as etapas do Bahrein e da Arábia Saudita

Fórmula 1 cancela as corridas do Bahrein e da Arábia Saudita sem substituição, gerando pausa no calendário e impacto para a Fórmula 2, Fórmula 3 e a F1 Academy

Charles Leclerc, acelera no primeiro dia dos testes de pré-temporada da Fórmula 1 no Circuito Internacional do Bahrein, em Sakhir, em 18 de fevereiro de 2026 (Foto: Giuseppe Cacace/AFP)
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  • F1 cancelou os Grandes Prêmios do Bahrein e da Arábia Saudita, sem substituições para abril, incluindo as provas da Fórmula 2, Fórmula 3 e F1 Academy.
  • A decisão foi tomada após avaliação conjunta com a FIA, mantendo o foco na segurança da comunidade automobilística.
  • Foram consideradas opções de manter o calendário em Ímola, Portimão ou Istambul, mas nenhuma alternativa foi adotada.
  • O calendário da temporada terá pausa após o GP do Japão (29 de março) e retorna com o GP de Miami em 3 de maio, totalizando 22 corridas.
  • Estima-se que a retirada dessas duas etapas gere perda entre US$ 190 milhões e US$ 200 milhões, com cerca de US$ 80 milhões em EBITDA.

A Fórmula 1 confirmou neste sábado o cancelamento dos Grandes Prêmios do Bahrein e da Arábia Saudita, previstos para abril. A decisão, anunciada pela F1 em conjunto com a FIA, não terá corridas substitutivas no mês.

A organização informou que avaliou alternativas para manter o calendário, mas decidiu pelo cancelamento sem reposição. Possíveis locais citados pela imprensa internacional foram Imola, Portimão ou Istambul, cidades já sede de provas.

A pausa ocorrerá após o GP do Japão, marcado para 29 de março, com retorno apenas no GP de Miami, em 3 de maio. O calendário total passa a ter 22 etapas na temporada 2025/2026, conforme o anúncio conjunto.

A nota completa enfatizou que a prioridade é a segurança e o bem-estar da comunidade da Fórmula 1, além do apoio aos afetados pelos recentes acontecimentos no Oriente Médio.

Impacto no calendário e considerações

A retirada de Bahrein e Arábia Saudita representa mudança significativa para a agenda da temporada, já que não haverá substituições em abril. Analistas estimam impacto financeiro e de planejamento logístico para equipes e patrocinadores.

Relatórios de analistas apontam perdas entre US$ 190 milhões e US$ 200 milhões com as duas etapas removidas, sendo cerca de US$ 80 milhões correspondentes ao EBITDA. AFIA e F1 não detalharam impactos adicionais.

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