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Calendário da Fórmula 1 encolhe e cria hiato inédito no início da temporada

Bahrain e Arábia Saudita cancelados, calendário recua para 22 corridas em 2026, com intervalo de cinco semanas entre o GP do Japão e Miami

Grande Prêmio da Arábia Saudita é realizada à noite
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  • A Fórmula 1 cancelou os GPs do Bahrein e da Arábia Saudita, previstos para abril, reduzindo o calendário de 24 para 22 corridas.
  • Não há substituições para abril, e as pontuações previstas para essas duas etapas não serão computadas.
  • O(possível) intervalo entre o GP do Japão, em 29 de março, e a próxima prova em Miami, em 3 de maio, será de cinco semanas.
  • Em 2026 entra em vigor uma revolução técnica, com carros menores, menos aerodinâmica e aerodinâmica ativa, além de um powertrain com metade da energia vinda da eletrificação e combustível sustentável.
  • O grid passa a ter 11 equipes, com a chegada da Cadillac e a transformação da Sauber em equipe oficial da Audi, que terá Gabriel Bortoleto como piloto.

A Fórmula 1 cancelou as corridas do Bahrein e da Arábia Saudita previstas para abril, em função da escalada do conflito no Oriente Médio. A decisão envolveu a F1, a FIA e os promotores locais, após avaliações da segurança na região. A temporada ainda não tem substituições anunciadas para abril.

Com os dois GPs ausentes, o calendário cai de 24 para 22 corridas, impactando as pontuações previstas. A pausa entre as provas do Japão, em 29 de março, e a próxima etapa, em Miami, só volta a ocorrer em 3 de maio. Espera-se ajustes adicionais, se houver.

Mohammed Ben Sulayem, presidente da FIA, justificou a decisão pela prioridade à segurança da comunidade da Fórmula 1. A organização manteve o foco na proteção de pilotos, equipes, fãs e trabalhadores envolvidos.

Calendário 2026: impacto e continuidade

A pausa entre Japão e Miami é de cinco semanas, algo incomum para o esporte. A temporada não descarta remanejamentos, porém considera improvável que os GPs retornem para o fim do ano. Restam etapas no Qatar e em Abu Dhabi, na reta final.

Revolução técnica em meio a mudanças de grid

Enquanto o calendário encolhe, a Fórmula 1 estreia a maior revolução tecnológica dos últimos anos. Carros menores, mais leves e com menos carga aerodinâmica prometem maior velocidade em linha reta.

Nova arquitetura de potência

A aerodinâmica passa a usar sistemas mais integrados ao gerenciamento de energia. Quase metade da potência virá de eletrificação, com o MGU-K ganhando papel central. O MGU-H deixa de existir, reforçando o foco em eficiência.

Brasileiros e novas equipes no grid

O grid passa a ter 11 equipes, com Cadillac chegando e Sauber ganhando status de equipe oficial da Audi. Gabriel Bortoleto compete pela Audi, em meio a uma bateria de mudanças que afetarão o desempenho.

Contexto de início de temporada

O encolhimento do calendário contrasta com a expansão global recente. A Fórmula 1 busca equilíbrio entre novas regras e a logística de um ano com menos corridas no início. A temporada tecnológica avança, enquanto o cronograma se ajusta.

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