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Zé Roberto diz que aumento de treinadoras no vôlei é questão de tempo

Zé Roberto diz que aumento de treinadoras no vôlei é questão de tempo; elite segue majoritariamente masculina, com avanços nas categorias de base

O técnico da seleção brasileira feminina, José Roberto Guimarães (Foto: Voleyball World)
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  • Zé Roberto Guimarães diz que o aumento de treinadoras no vôlei é uma questão de tempo.
  • Atualmente, todas as equipes da elite da Superliga são treinadas por homens.
  • Exemplos históricos citados: Sandra Mara Leão (Araraquara, 2014–2016) e Helga Sasso (Curitiba, desde 2021).
  • O movimento para mais mulheres nas comissões técnicas começa pelas categorias de base, com quatro mulheres assistentes técnicas nas seleções de base.
  • A primeira treinadora mulher em uma seleção brasileira foi Fofão, que comandou o Sub-17 feminino em 2023.

O técnico José Roberto Guimarães afirmou que a ascensão de treinadoras no vôlei brasileiro é uma questão de tempo. Ele destacou que, hoje, todas as equipes da elite da Superliga são comandadas por homens, destacando o equilíbrio ainda desfavorável fora das quadras. A visão dele foi apresentada durante o Fórum Mulher no Esporte, promovido pelo COB.

Guimarães explicou que o movimento rumo à presença feminina nas comissões técnicas já começou pelas categorias de base. Segundo ele, quatro mulheres atuam como assistentes técnicas em seleções brasileiras de base, consolidando o avanço gradual. O objetivo é ampliar oportunidades e fomentar a participação feminina.

Entre os avanços recentes, o texto cita Sandra Mara Leão, que treinou o time de Araraquara na Superliga entre 2014 e 2016, e Helga Sasso, que assumiu o Curitiba no fim de 2021. A iniciativa de ampliar o número de treinadoras também envolve a presença de Fofão, primeira mulher a treinar uma seleção brasileira, no Sub-17 feminino em 2023.

Trabalho nas categorias de base

Mirtes Benko (Sub-21 feminina), Helga Sasso (Sub-21 feminina), Francileide da Costa (Sub-16 feminina) e Patrícia Apolinário (Sub-16 masculina) atuam como assistentes técnicas, segundo Zé Roberto.

A ideia é ampliar a participação feminina ao longo do tempo, com foco no desenvolvimento de futuras treinadoras e na construção de comissões técnicas mais diversas. Não há datas anunciadas para mudanças no quadro da elite, apenas metas de médio prazo para aumento de mulheres em cargos técnicos.

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