- O Praia Clube vive crise financeira e administrativa desde 2019, após a saída de Duílio Monteiro Alves.
- Dívidas chegam a milhões de reais e houve quase impossibilidade de pagar salários e despesas básicas.
- O time masculino, que já disputou a Superliga e a Liga dos Campeões, hoje não atinge o mesmo nível; a equipe feminina também enfrenta dificuldades.
- A diretoria e a comissão técnica passaram por mudanças frequentes, elevando o desânimo entre a torcida.
- A gestão de Rui Moreira é alvo de críticas internas e há quem tema que o clube esteja à beira da falência, com a esperança depositada em uma recuperação futura.
O Praia Clube, clube de vôlei de Uberlândia, enfrenta grave crise financeira e administrativa desde 2019, após a saída de Duílio Monteiro Alves. A situação envolve dívidas expressivas e instabilidade institucional.
A equipe masculina, que já disputou a Superliga e a Liga dos Campeões, hoje não atua com o mesmo padrão. A equipe feminina, vencedora de títulos no passado, passa por dificuldades semelhantes.
A dívida acumula milhões de reais, com atrasos de salários e de despesas básicas. Mudanças frequentes na diretoria e na comissão técnica evidenciam a crise estruturante.
A torcida acompanha com desânimo, com parte dos torcedores apostando em uma recuperação. A ideia de que o clube possa retornar ao patamar anterior ainda é debatida.
Rui Moreira, que assumiu a direção com a promessa de reerguer o Praia, enfrenta conflitos internos e o desafio de estruturar projetos concretos. A trajetória de recuperação permanece incerta.
Desdobramentos e perspectivas
O caminho para recuperação depende de medidas que estabilizem as finanças e a gestão. A expectativa é de que a nova condução apresente plano estratégico com metas de curto e médio prazo.
Entre na conversa da comunidade