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Tarcísio abre consulta pública para ceder o Complexo do Ibirapuera

Consulta pública avalia concessão do Complexo do Ibirapuera à iniciativa privada, com outorga de R$ 5,2 milhões e melhorias na infraestrutura e acesso à população

Crédito: Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo
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  • Governo de São Paulo abriu consulta pública, em 23 de abril, sobre a concessão do Complexo Desportivo Constâncio Vaz Guimarães, conhecido como Complexo Ginásio do Ibirapuera.
  • O espaço na zona sul, com quase 92 mil metros quadrados, engloba também a Vila Olímpica Mário Covas, próxima à Rodovia Raposo Tavares.
  • A promessa é qualificar o uso do complexo, manter a vocação esportiva pública e ampliar o acesso a atividades de lazer.
  • O edital deve ser lançado no primeiro semestre e o leilão deve ocorrer até dezembro; a outorga está prevista em R$ 5,2 milhões.
  • O governo já enfrentou tentativas anteriores de concessão, incluindo em 2019, e o Iphan tombou o conjunto em 2024; também houve restauro recente do Estádio Ícaro de Castro Melo, dentro do complexo.

O governo de São Paulo abriu nesta segunda-feira, 23, uma consulta pública sobre a concessão do Complexo Desportivo Constâncio Vaz Guimarães, conhecido como Complexo do Ibirapuera, na zona sul da capital. O objetivo é qualificar o uso mantendo a vocação esportiva e pública, com melhorias na infraestrutura e maior acesso da população.

A proposta envolve a concessão de quase 92 mil m² do conjunto, que inclui a Vila Olímpica Mário Covas, próxima à Rodovia Raposo Tavares. A ideia é que a iniciativa privada realize recuperação, manutenção e modernização, ampliando atividades de lazer e esportes para a população.

A gestão de Tarcísio de Freitas prevê o edital no primeiro semestre e o leilão até dezembro. A outorga estimada é de R$ 5,2 milhões. Em 2024, o Iphan tombou o conjunto; em 2021 houve tombamento emergencial provisório diante de propostas anteriores.

Histórico e contexto

Em 2019, a gestão anterior tentou transferir o espaço à iniciativa privada, com argumentos sobre obsolescência da estrutura. Planos incluíam edifícios comerciais e até uma arena multiuso e shopping no local.

Antes, em 2017, houve chamamento público com insripções de nove empresas que apresentaram estudos. O objetivo atual mantém a linha de modernização, sem descaracterizar o uso público do espaço.

Passos seguintes

O edital e as bases da consulta pública vão orientar os próximos desdobramentos. A expectativa é ampliar o acesso a atividades esportivas e de lazer, com melhorias de infraestrutura, sem mudança abrupta no perfil público do complexo.

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