- O Masters 1000 de Miami teve apenas três cabeças de chave entre os 16 anfitriões que chegaram às oitavas, pela primeira vez desde Cincinnati, em 2003; situação semelhante ocorreu em Monte Carlo, em 2000.
- O destaque foi Martin Landaluce, espanhol de 20 anos, 151º do mundo, que saiu do qualifying e chegou às quartas, a maior zebra do torneio até aqui; se vencer Lehecka, entrará no top 100.
- Além de Landaluce, avançaram Jannik Sinner (vice-líder do ranking) e Alexander Zverev (nº três), completando o grupo de cabeças de chave que passou às oitavas.
- Landaluce já havia eliminado Karen Khachanov e, nas oitavas, derrotou Sebastian Korda, salvando um match-point; Korda havia vencido Carlos Alcaraz no final de semana.
Pela primeira vez desde Cincinnati de 2003, o Masters 1000 Miami Open teve apenas três dos 16 cabeças de chave entre os oito melhores, após as oitavas. A estatística evidencia zebras no torneio, que já havia mostrado casos parecidos em Monte Carlo, em 2000.
Entre os classificados às quartas, destacam-se o italiano Jannik Sinner e o alemão Alexander Zverev, de volta ao top 3 do ranking, com participação relevante no caminho até as fases decisivas.
O jovem espanhol Martin Landaluce, 20 anos, foi a maior zebra ao avançar das eliminação qualificação para as quartas. Atualmente 151º do mundo, ele pode entrar no top 100 ao vencer o próximo jogo contra Lehecka.
Landaluce havia eliminado o russo Karen Khachanov, ex-top 10, na rodada anterior. Nas oitavas, ele derrotou o anfitrião Sebastian Korda, salvando um match-point, em confronto vivido no saibro de Miami.
Contexto histórico
Em Monte Carlo 2000, apenas três cabeças de chave chegaram às oitavas: Cedric Pioline, Albert Costa e Alex Corretja. Em Cincinnati 2003, os sobreviventes foram Rainer Schüttler, Andy Roddick e Guillermo Coria. As semelhanças entre os torneios ajudam a entender a distância entre o favoritismo e o desempenho atual.
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