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Tifany vê restrição do COI a atletas trans como retrocesso

Tifany classifica como retrocesso a decisão do COI de restringir atletas trans a mulheres biológicas, com elegibilidade definida pelo teste do gene SRY

Tifany com o troféu de campeã da Superliga Feminina (Reprodução)
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  • Tifany, campeã da última edição da Superliga Feminina pelo Osasco, criticou nas redes sociais a decisão do COI sobre atletas trans a partir das Olimpíadas de 2028, em Los Angeles.
  • O COI determinou que a elegibilidade em categorias femininas passa a depender do conceito de “mulheres biológicas”, com o exame do gene SRY como critério definitivo.
  • Caso o teste não encontre o gene SRY, a atleta fica automaticamente elegível para a categoria feminina, e a confirmação é considerada permanente, com exceção de dúvidas sobre erro no resultado.
  • Tifany afirmou que a medida representa retrocesso para o esporte e que o debate envolve todas as mulheres, não apenas pessoas trans.
  • Ela pediu que direitos não avancem para trás e que haja diálogo responsável para fortalecer a participação de todas as mulheres, sem excluir pessoas trans.

Nesta sexta-feira 27, Tifany, campeã da última edição da Superliga Feminina pelo Osasco, usou as redes sociais para criticar a decisão do COI. A atleta aponta que a medida restringe a participação de atletas trans a partir das Olimpíadas de 2028, em Los Angeles.

O COI anunciou que a elegibilidade para categorias femininas passa a depender de critérios voltados a mulheres biológicas, com o exame do gene SRY. Um resultado negativo é considerado definitivo, passível de não haver reavaliação futura.

A entidade afirma que o teste será realizado apenas uma vez, a menos que haja indícios de erro. A medida envolve a participação de atletas trans em competições femininas nas Olimpíadas, segundo o comunicado.

Tifany criticou a decisão nas redes sociais, destacando que o tema não é apenas um ataque às pessoas trans, mas envolve mulheres em geral. Ela afirmou que a medida pode prejudicar atletas cis e trans, com critérios cada vez mais questionáveis.

Ela ainda ressaltou que o debate não deve excluir pessoas trans, defendendo espaço para todas as mulheres. A jogadora destacou que direitos não devem regredir e que a discussão precisa ocorrer de forma responsável, sem reduzir o tema a disputas identitárias.

A discussão sobre o tema ganhou repercussão após a divulgação da decisão do COI, que definiu critérios de elegibilidade para o esporte feminino. A previsão é de que o regulamento entre em vigor para as próximas edições olímpicas.

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