- Gabriel Medina, tricampeão mundial, está de volta ao Circuito Mundial da World Surf League (WSL) após recuperação de cirurgia no ombro e mira a primeira etapa em Bells Beach, Austrália.
- A abertura da temporada foi adiada e a próxima chamada ficou marcada para 2 de maio; Medina entra na água na 14ª bateria do Round 2, enfrentando o mexicano Alan Cleland.
- O surfing brasileiro continua motivado por conquistar mais um título mundial, mantendo o objetivo de se manter competitivo entre os melhores.
- A etapa de Raglan, na Nova Zelândia, foi integrada ao calendário da temporada, substituindo Jeffreys Bay; o Tour passa a ter mais ondas de esquerda e diversidade de picos.
- Medina revelou que sofreu lesão no tendão do músculo peitoral do ombro esquerdo em janeiro de 2025, realizou cirurgia e fecho o período de recuperação para voltar a competir.
Gabriel Medina está de volta ao Circuito Mundial da WSL após uma cirurgia no ombro. O tricampeão mundial projeta iniciar a temporada no Championship Tour em Bells Beach, na Austrália, buscando o quarto título em sua carreira.
O retorno foi anunciado em 30 de novembro, durante entrevista coletiva. Medina afirmou estar preparado para os próximos desafios e destacou a pressão da temporada, afirmando que os adversários estão surfando bem e que ele precisa evoluir.
O Campeonato começou com atraso: a abertura foi adiada devido às más condições do mar. A próxima chamada ocorre em 2 de dezembro, e Medina entra na água na 14ª bateria do Round 2 contra o mexicano Alan Cleland.
Desempenho e motivação
O atleta de 32 anos mira o título mundial novamente. Como já campeão em três ocasiões, ele disse estar motivado a chegar ao quarto troféu e a manter a competitividade diante de rivais fortes.
A nova edição do Tour incrementa a diversidade de ondas. A liga confirmou a inclusão de Raglan, na Nova Zelândia, substituindo Jeffreys Bay. A etapa de Raglan está prevista entre 15 e 25 de maio, no calendário de abril a dezembro.
Raglan e desafios técnicos
Medina relembrou a experiência anterior na Nova Zelândia, onde competiu ainda jovem e conheceu suas ondas esquerda. Ele ressaltou que a esquerda de Raglan impõe variações técnicas, exigindo maior versatilidade dos atletas, especialmente os goofies.
O presidente da WSL na América Latina, Ivan Martinho, explicou que a mudança atende a pedidos dos surfistas por mais diversidade de ondas. Ele destacou que o Tour passa a exigir regularidade em diferentes picos ao longo do ano.
Recuperação e foco
Medina sofreu lesão no tendão do músculo peitoral do ombro esquerdo em janeiro de 2025 durante treino em Maresias, São Sebastião. A cirurgia levou cerca de seis meses de recuperação, após o que o atleta retomou os treinos com foco no retorno competitivo.
O brasileiro contou que o período de afastamento reforçou a disciplina, alimentação adequada e sono equilibrado. Ele afirmou que a recuperação o motivou a seguir firme na preparação para o circuito.
O surfista reforçou que o objetivo principal continua sendo o surfe profissional, com a competição servindo como principal engine de sua motivação. Medina destacou que seguir ativo é essencial para seu desenvolvimento.
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