- Verstappen pode deixar de receber cerca de R$ 1,5 bilhão caso abandone a Fórmula 1 antes do fim do contrato com a Red Bull, vigente até 2028.
- A estimativa aponta até 226 milhões de libras de perda, incluindo salários, bônus e incentivos, além do impacto na publicidade pela queda de exposição.
- A primeira cláusula de saída pode ser acionada se o piloto não estiver entre os dois primeiros no Mundial até a pausa de verão; o GP da Hungria, em 26 de julho, é o marco.
- Para o ano que vem, apenas a liderança da classificação evita uma saída precoce; caso contrário, pode-se observar pressão para manter o topo entre julho e agosto.
- No GP do Japão, Verstappen ficou em sétimo; ele sinaliza insatisfação com mudanças na F1 e avalia aposentadoria, mas afirma que ainda gosta de competir e tem projetos.
Max Verstappen pode deixar a Fórmula 1 sem receber cerca de R$ 1,5 bilhão caso abandone o contrato com a Red Bull antes de 2028. A estimativa foi calculada por um especialista da University Campus of Football Business, citada pelo site OLBG. O debate sobre aposentadoria ganhou força após o GP do Japão, quando rumores sobre o futuro do piloto se espalharam pelo automobilismo.
Segundo o professor da instituição, o total que deixaria de ganhar pode chegar a 226 milhões de libras. O estudo aponta que, com dois anos restantes de contrato, a perda direta com salários, bônus e incentivos ficaria entre 151 e 189 milhões de libras. Além disso, a queda de exposição pode reduzir receitas com publicidade.
Verstappen tem regras de saída ano a ano que aparecem no acordo até 2028, segundo o jornal Bild. As cláusulas permitem acionamento unilateral pelo piloto, sem multa rescisória. A análise enfatiza que, para a temporada atual, a rescisão depende de a equipe ficar entre os dois primeiros no Mundial até a pausa de verão, com decisão prevista após o GP da Hungria.
A situação se complica para o ano seguinte: apenas manter a liderança impediria uma saída antecipada. Assim, o piloto precisaria manter-se no topo do ranking até o intervalo entre julho e agosto para evitar abrir mão da continuidade com a Red Bull.
Verstappen teve fim de semana discreto no Japão, terminando em sétimo após dificuldades na prova. O holandês saiu mais cedo na classificação e, apesar de avançar algumas posições na corrida, não conseguiu ritmo para brigar pela frente.
Em entrevista, Verstappen comentou o desafio com os novos carros da F1, sugerindo insatisfação com o formato atual, não apenas pelo desempenho. Em meio a esses questionamentos, ele não descartou a possibilidade de focar em família e projetos paralelos no futuro próximo.
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