- Bearman sofreu acidente na 22ª volta em Suzuka ao tentar ultrapassar Franco Colapinto na curva 13, durante a recarga da bateria; carro saiu da pista e atingiu a barreira, com pico de 50 g.
- Oliver Bearman saiu do carro sem ajuda imediata, mas teve dificuldade para caminhar e precisou de apoio dos fiscais por desconforto no tornozelo direito.
- A repercussão entre os pilotos foi rápida: o presidente da Associação de Pilotos de Grandes Prêmios (GPDA), Alexander Wurz, disse que o grupo de WhatsApp explodiu com discussões sobre soluções técnicas e regulatórias.
- Há pressão por mudanças no regulamento, já que o sistema atual provoca variações de velocidade durante a recarga da bateria, aumentando o risco de colisões traseiras.
- Pilotos como Max Verstappen, Carlos Sainz Jr. e Lando Norris já manifestaram preocupaçao com essas oscilações, e há avaliação interna de que o incidente reforça a necessidade de ajustes na temporada.
Durante a 22ª volta do GP do Japão de F1, em Suzuka, Bearman tentou ultrapassar Colapinto na aproximação da curva 13. O piloto da Alpine fez uma desaceleração abrupta para recarregar a bateria, enquanto o Haas de Colapinto acelerava para manter posição, resultando na perda de controle do carro de Bearman. O veículo saiu para a grama e atingiu a barreira, com o impacto chegando a 50 vezes a gravidade.
Bearman conseguiu deixar o carro sem assistência imediata, mas apresentou dificuldades para caminhar e desconforto no tornozelo direito, recebendo ajuda dos fiscais de pista. A colisão provocou preocupação entre a comunidade da Fórmula 1 e levou a uma rápida avaliação das condições de Bearman após o acidente.
Segundo Alexander Wurz, presidente da GPDA, o acidente intensificou as conversas entre os pilotos. Ele relatou que o grupo de WhatsApp dos pilotos anunciou maior participação nas discussões, com propostas técnicas e de regulamentos sendo discutidas pelos competidores.
Pressão por mudanças no regulamento
A discussão favorece ajustes no regulamento atual, que tem sido criticado por provocar variações bruscas de velocidade durante as retas, especialmente nos momentos de recarga da bateria. Em determinados trechos, o carro fica quase apenas com o motor de combustão, reduzindo a potência disponível.
Vários pilotos já expressaram cautela com o risco de colisões traseiras por essas oscilações de velocidade. A avaliação interna aponta que o acidente no Japão reforça a necessidade de mudanças para evitar novos incidentes ao longo da temporada.
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