- O conjunto brasileiro de ginástica rítmica estreia a temporada de 2026 na Copa do Mundo de Tashkent, Uzbequistão, entre os dias 9 e 12 de abril, com novas músicas.
- As coreografias puxam dois estilos distintos: Abracadabra, de Lady Gaga, e Feeling Good, clássico do jazz.
- A estratégia visa mostrar versatilidade e consolidar a vaga olímpica para Los Angeles 2028, mantendo o Brasil entre os favoritos no Mundial.
- As mudanças de aparelhos para 2026 incluem três arcos e dois pares de maças na série mista, e cinco bolas para a série simples, mantendo até 2028.
- Além de Tashkent, a seleção participa de Baku, em abril, e do Pan-Americano em junho, com chances de classificação antecipada caso mantenha posto no Mundial de Frankfurt.
O conjunto brasileiro de ginástica rítmica, atual vice-campeão mundial, estreia a temporada 2026 na Copa do Mundo de Tashkent, no Uzbequistão, entre 9 e 12 de abril. A equipe apresentará coreografias com novas trilhas sonoras para a série mista e para a série simples, buscando marcar a abertura do ciclo olímpico.
As musicas escolhidas são Abracadabra, de Lady Gaga, para a série mista, e Feeling Good, clássico de jazz imortalizado por Nina Simone e regravado por Michael Bublé, para as bolas. A seleção reúne Duda Arakaki, Nicole Pircio, Sofia Madeira, Maria Paula Caminha, Mariana Gonçalves, Julia Kurunczi e Marianne Giovacchini. A mudança de repertório acompanha a atualização de aparelhos até as Olimpíadas de 2028.
A preparação faz parte de uma estratégia para manter o Brasil no jogo pela vaga olímpica para Los Angeles 2028. Além de Tashkent, a equipe disputará Baku, em 17 a 19 de abril, e o Pan-Americano, em junho, antes de tentar repetição de desempenho no Mundial em Frankfurt, em agosto. O objetivo é manter o pódio e consolidar a classificação direta.
Calendário e objetivos
A equipe entra já com pontos para o ranking da Copa do Mundo, que classifica com base em 2026 e 2027. Conjunto brasileiro é o atual vice-campeão mundial tanto na prova olímpica quanto na série mista. Além de buscar o título, o grupo visa ampliar a visibilidade e levar o Brasil ao objetivo de medalha olímpica neste ciclo.
Segundo a Técnica Camila Ferezin, as coreografias foram pensadas para explorar dois estilos distintos: movimentos descontruídos com traços de monstrinhas e uma linha mais elegante e empoderada. A capitã Duda Arakaki reforçou a expectativa de boa receptividade do público ao repertório.
A mudança de aparelhos também impacta a apresentação: para a série mista, passam a ser três arcos e dois pares de maças; para a série simples, cinco bolas substituem as cinco fitas. A configuração permanece até 2028, com a disputa da prova geral em Los Angeles.
Entre na conversa da comunidade