- Maringá/Vôlei encerrou a temporada com dívida financeira para jogadoras e comissão técnica.
- Aldori Junior admite atrasos nos pagamentos, atribui a problemas de caixa e promete regularizar a situação.
- O fair play financeiro preocupa o clube; a Federação Paulista de Vôlei já pediu regularização para evitar punições ou exclusão de competições.
- A diretoria busca reconstrução, com conversas para captar patrocinadores e investidores.
- Houve mudança na comissão técnica; o clube pretende reforçar o elenco e manter foco na próxima temporada.
Maringá/Vôlei encerrou a temporada nesta quarta-feira com saldo de frentes ainda em aberto: dívidas com jogadoras e comissão técnica disseram respeito a valores não quitados. O clube, que já teve títulos nacionais e sul-americanos, terminou o campeonato estadual em quarto lugar, em meio a dificuldades financeiras.
Aldori Junior, técnico e gestor do projeto, reconheceu atrasos nos pagamentos por problemas de caixa. Ações para regularizar a situação foram anunciadas, com foco na transparência e no compromisso com atletas e comissão técnica.
Situação financeira e atrasos
A preocupação com o fair play financeiro aumenta o peso sobre o clube. A Federação Paulista de Vôlei já alertou sobre a necessidade de regularização para evitar punições ou exclusões de competições futuras.
A diretoria mantém o foco na reconstrução e nas buscas por recursos. Conversas com patrocinadores e potenciais investidores já foram iniciadas para evitar a repetição de crises e sustentar a operação.
Reestruturação e próximos passos
A temporada também viu mudanças na comissão técnica, com saída de profissionais e chegada de novos nomes. O Maringá/Vôlei promete reforçar o elenco para a próxima temporada e buscar resultados positivos.
A gestão reforça o compromisso de quitar as dívidas e manter a transparência. A torcida espera dias melhores e uma equipe mais estável e competitiva em 2027.
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