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Alex Welter e Lars Björkström recebem homenagem do COB

COB homenageia Welter e Björkström, pioneiros da vela brasileira, pelo ouro olímpico em Moscou de 1980 que consolidou o Brasil entre as potências do esporte

Alex Welter e Lars Bjorkstrom são campeões olímpicos (Foto: Arquivo Pessoal)
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  • O Comitê Olímpico do Brasil homenageou Alex Welter e Lars Björkström, campeões olímpicos de vela, em cerimônia realizada nesta quarta-feira (8).

  • A dupla conquistou o ouro na classe Tornado nos Jogos Olímpicos de Moscou, em 1980, encerrando um jejum olímpico de 24 anos para o Brasil e ajudando a consolidar a vela no país.

  • A homenagem contou com a participação de Marcelo Ferreira e Torben Grael, celebrando o pioneirismo que abriu portas para outros velejadores brasileiros.

  • Welter afirmou estar honrado com a homenagem; Björkström destacou que vive no Brasil há mais da metade da vida e pretende permanecer no país.

  • Mesmo após décadas, o legado de Welter e Björkström vai além do título: contribuíram para a projeção internacional da vela brasileira e atuaram como voluntários nos Jogos Rio 2016. Hoje são os campeões olímpicos vivos mais velhos do Brasil.

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) homenageou Alex Welter e Lars Björkström, os pioneiros da vela brasileira que conquistaram o ouro olímpico em Moscou 1980 na classe Tornado. A cerimônia ocorreu nesta quarta-feira, 8, com a presença do Hall da Fama Torben Grael e do ex-atleta Marcelo Ferreira.

Recebida com emoção, a dupla recebeu as placas do Hall da Fama após o registro de mãos. Welter e Björkström destacaram que o feito foi decisivo para a projeção da vela brasileira no cenário internacional e ajudou a abrir portas para outros velejadores.

Reconhecimento e contexto

Marcelo Ferreira, medalhista olímpico em Atlanta 1996, Atenas 2004 e Sydney 2000, celebrou o pioneirismo dos conterrâneos, afirmando que a vitória tirou o Brasil de um complexo de inferioridade esportiva e elevou o padrão da vela no país.

A dupla começou a competir juntas em 1976 e consolidou o Brasil como potência na vela olímpica, abrindo caminho para novidades na modalidade ao longo das décadas. Welter e Björkström mantêm vínculos com o Movimento Olímpico, incluindo atuação como voluntários nos Jogos Rio 2016. Hoje, são reconhecidos como os campeões olímpicos vivos mais velhos do Brasil, memória viva de uma conquista histórica.

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