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Brasileira de 18 anos cria elemento inédito na Copa do Mundo de ginástica

Gabriela Barbosa executa saída inédita nas barras assimétricas, batiza o movimento como Barbosa e entra para o código de pontuação feminino de ginástica

Gabriela Barbosa — Foto: Osijek World Cup
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  • Gabriela Barbosa, de dezoito anos, executou uma saída inédita nas barras assimétricas durante a classificatória da Copa do Mundo em Osijek, Croácia.
  • O movimento, que parte do giro stalder e finaliza em mortal carpado com meia volta, passa a se chamará Barbosa e tem valor de dificuldade C (0,3 ponto).
  • A World Gymnastics ainda precisa homologar o novo elemento, que aumenta para oito o número de ginastas brasileiras com itens batizados no código de pontuação.
  • Entre as mulheres, os elementos batizados são de Daiane dos Santos (solo), Júlia Soares (trave), Lorrane Oliveira (solo) e Haine Araújo (trave); entre os homens, de Arthur Zanetti (argolas), Diego Hypólito (solo) e Sérgio Sasaki (barras paralelas).
  • Mesmo com o erro de execução que tirou Gabriela do top oito na prova de Osijek, com 12,233 pontos, a brasileira volta a competir na sexta-feira, unindo-se à medalhista olímpica Julia Soares nas classificatórias da trave e do solo.

Gabriela Barbosa, 18 anos, apresentou nesta quinta-feira uma saída inédita nas barras assimétricas durante a classificatória da Copa do Mundo de Osijek, na Croácia. O movimento começa a partir do giro stalder e termina em mortal carpado com meia volta, tornando-se o primeiro elemento brasileiro a ser batizado em uma competição internacional.

O novo movimento, que deve passar a se chamar Barbosa, recebeu a avaliação de dificuldade C (0,3 pontos). Com isso, o Brasil passa a ter oito ginastas com elementos homologa-dos em seu código de pontuação, entre homens e mulheres.

Gabriela não avançou à final, marcando 12,233 pontos (5,0 de dificuldade) na prova de barras. A atleta volta à disputa na sexta-feira, quando compete na trave e no solo ao lado da medalhista olímpica Júlia Soares.

Movimento batizado

A presença do movimento na lista de elementos permite ao Brasil ter um elemento com o nome de uma ginasta brasileira no código de punção feminino. A tendência é que o limp facilite reconhecimento técnico internacional para o país.

Desdobramentos para o time

Além de Gabriela, outras brasileiras já possuem elementos batizados: Daiane dos Santos (solo), Júlia Soares (trave), Lorrane Oliveira (solo) e Haine Araújo (trave). Entre os homens, nomes como Arthur Zanetti, Diego Hypolito e Sérgio Sasaki já integram o código com seus movimentos.

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