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Liga Independente avança e analisa 3 modelos de negócio

Liga Independente estuda três modelos de negócio e aproxima autonomia; reunião com a CBV é apontada como passo sem volta rumo à gestão autônoma

Superliga Feminina
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  • A Liga Independente de Clubes de Vôlei avança com três modelos de negócio para a implementação de autonomia na organização das competições.
  • Uma reunião virtual entre representantes dos clubes e a Confederação Brasileira de Voleibol tratou dos detalhes e das etapas para a transição.
  • Os clubes buscam gestão mais autônoma, com regras e estratégias de mercado próprias, além de maior autonomia financeira e administrativa.
  • O próximo passo é definir o modelo de negócio mais viável e estabelecer um cronograma, com expectativa de criação até o final do ano.
  • A Confederação acompanha o processo de perto, mantendo abertura ao diálogo, enquanto os clubes demonstram otimismo com benefícios para o voleibol nacional e para atletas e profissionais.

A Liga Independente de Clubes de Vôlei avança na construção de autonomia e analisa três modelos de negócio para a sua implantação. A reunião virtual entre clubes e a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) foi descrita como um marco na busca por maior independência do esporte.

Representantes de diversos clubes participaram do encontro, juntamente com diretores da CBV. O objetivo foi discutir caminhos para organizar e gerir as competições com maior autonomia financeira e administrativa, definindo passos e etapas para a transição.

A proposta é que a Liga passe a conduzir a organização das competições, adotando regras próprias e planos de mercado, com governança e recursos sob responsabilidade exclusiva dos clubes. A ideia é ampliar a captação de recursos e ampliar a atuação institucional.

Modelos de negócio em estudo

Os modelos avaliados visam potencializar a gestão autônoma sem depender exclusivamente da CBV. Entre as opções discutidas estão formatos de financiamento, estruturas de governança e mecanismos de parceria com patrocinadores e mídia.

Analistas próximos ao processo apontam que a definição do modelo viável deve ocorrer nos próximos meses. A transição para a autonomia plena depende de aprovação conjunta entre clubes e CBV, com cronograma acordado entre as partes.

A expectativa é que, ao final do ano, a Liga Independente esteja formalmente criada e operando de forma autônoma. A iniciativa busca modernizar o voleibol brasileiro e atender às demandas do mercado e dos torcedores.

Próximos passos e metas

O próximo estágio envolve consolidar o modelo final e estabelecer um cronograma de implementação. As partes ressaltam a importância de manter o diálogo aberto, com acompanhamento contínuo do processo.

A CBV afirma acompanhar o andamento e manter a postura de diálogo, buscando o melhor para o esporte nacional. A meta é avançar com uma transição gradual, respeitando a participação de todos os envolvidos.

Essa movimentação representa uma diferente fase para o voleibol brasileiro, com foco em fortalecimentos da competição, valorização de atletas e profissionais e maior protagonismo dos clubes na gestão.

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