- Mundial de Marcha Atlética por equipes acontece em Brasília, com o Brasil tendo time completo liderado por Caio Bonfim, em casa neste domingo.
- A pontuação é por posição: o país soma os lugares dos marchadores e vence quem tiver menor total de pontos.
- Nas provas adultas, até cinco atletas por país são inscritos, mas apenas os três melhores contam; no sub‑20, até três inscritos com dois que pontuam.
- A competição traz novidades: a partir de 2026 as distâncias padrão passam a ser meia maratona (21,1 km) e maratona (42,2 km).
- O formato é diferente do revezamento olímpico; nos Jogos Olímpicos, a prova é a maratona com um homem e uma mulher por país, com trocas por toque na zona de transição. No Paris 2024, o Brasil terminou em sétimo no conjunto.
A Brasil encara o Mundial de Marcha Atlética com time completo em Brasília neste domingo (12), liderado pelo medalhista olímpico Caio Bonfim. A competição reúne homens e mulheres disputando provas individuais, ao mesmo tempo em que somam pontos para as equipes. O formato privilegia a consistência de resultado ao longo de seis provas.
Ao todo, as disputas envolvem maratona, meia maratona e 10 km (sub-20). Cada marchador acumula pontos para o país conforme a posição final na prova. Assim, um conjunto de resultados da equipe define a colocação conjunta.
Pelas regras atuais, adultos podem inscrever até cinco atletas por prova, mas apenas os três melhores contam para a soma de pontos. No sub-20, entram até três atletas, com os dois melhores computando.
Novo formato e novidades
A etapa em Brasília marca a estreia das distâncias padrão da World Athletics para o Mundial por Equipes. A partir de 2026, 20 km e 35 km serão substituídas por meia maratona (21,1 km) e maratona (42,2 km), com o objetivo de ampliar o interesse do público na marcha.
O formato por equipes difere do revezamento olímpico, introduzido em Paris 2024, em que há apenas uma prova de maratona com um representante masculino e outro feminino por país. A troca entre os integrantes ocorre por toque na zona de transição, e não por bastão.
Nos Jogos de Paris, o Brasil foi representado por Caio Bonfim e Viviane Lyra, terminando em sétimo no conjunto. Em Brasília, a equipe brasileira busca manter a posição entre as melhores do continente.
Viviane Lyra e Caio Bonfim integram o elenco que participa do Mundial, com o País buscando somar pontos relevantes para subir na classificação por equipes. O evento ocorre nesse fim de semana, na capital federal.
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