- Sail GP desembarca pela primeira vez no Rio de Janeiro, com 12 equipes disputando a quarta etapa da temporada em catamarãs de 50 pés na Baía de Guanabara.
- As embarcações atingem mais de 100 km/h, com Martine Grael à frente do Mubadala Brazil SailGP Team, que terá 10 velejadores, sendo cinco brasileiros.
- O Brasil ocupa a 11ª posição na classificação atual, com cinco pontos; o líder é o Emirates GBR SailGP Team, com 28 pontos.
- Sportv transmite as provas de sábado e domingo, e a ge Tv exibe as disputas do segundo dia.
- Os treinos incluem simuladores de vela para testar estratégias sem colocar atletas ou barcos em risco, ajudando a melhorar o entrosamento da equipe.
A Fórmula 1 da vela desembarca pela primeira vez no Rio de Janeiro. A etapa do SailGP acontece na Baía de Guanabara neste fim de semana, com 12 equipes disputando a quarta prova da temporada a bordo de catamarãs de 50 pés. As embarcações podem superar 100 km/h, impulsionadas por hidrofólios.
O Brasil será comandado por Martine Grael, bicampeã olímpica, que lidera o Mubadala Brazil SailGP Team. A equipe tem 10 velejadores, sendo cinco brasileiros. Após três etapas em 2026, o time ocupa a 11ª posição na tabela com cinco pontos. O líder é o Emirates GBR SailGP Team, com 28 pontos.
A “Fórmula 1 da Vela”
O Sail GP reúne velocidade extrema e tecnologia de ponta, o que lhe rendeu o apelido. Os veleiros F50 utilizam hidrofólios para voar sobre a água, reduzindo o atrito e alcançando velocidades superiores a 100 km/h. O formato é similar ao automobilismo, com etapas em várias cidades e disputa por pontos.
Treinamento em simuladores
Como qualquer erro pode custar caro, as equipes recorrem a simuladores ultrarrealistas. Eles reproduzem vento, correnteza e comportamento do barco, permitindo testar estratégias sem riscos. Além das sessões de treino, o Brasil usará simuladores antes das provas para ajustes finais.
Barcos voadores
Nos F50, os hidrofólios funcionam como asas sob a água. Em alta velocidade, sustentação levanta o casco e o barco passa a “voar” com menor atrito. O vento é o gatilho que inicia o voo, enquanto a estabilidade do projeto determina a performance ao manter o barco no ar.
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