- A World Aquatics autorizou atletas da Rússia e Bielorrússia a competir com a bandeira, o hino e uniforme de seus países, em vez de bandeiras neutras, em competições de polo aquático.
- A medida atualiza regras após flexibilizar já para a categoria de juniores; a participação exige aprovação em quatro testes antidopings consecutivos.
- A Ucrânia não se apresentou para enfrentar a Rússia pela Copa do Mundo de Polo Aquático, realizada em Sydney, como forma de protesto.
- O Comitê Olímpico Internacional mantém a suspensão de russos e Bielorrussas, que seguem competindo sob neutralidade em outras frentes.
- O presidente da World Aquatics, Husain Al Musallam, afirmou que o objetivo é manter as piscinas públicas como locais de competição pacíficas para atletas de todas as nações.
A Federação Internacional de Esportes Aquáticos autorizou, nesta segunda-feira, que atletas da Rússia e Bielorrússia disputem competições com direito ao hino, uniforme e sob a bandeira de seus países. A mudança envolve também a permissão para competirem sem neutralidade em alguns casos.
A decisão foi anunciada pelo órgão, que já havia flexibilizado regras para a categoria de juniores. A autorização depende de aprovação em quatro testes antidoping consecutivos, segundo a World Aquatics.
A Ucrânia protestou publicamente, não se apresentando para enfrentar a Rússia pela Copa do Mundo de Polo Aquático, realizada em Sydney, na Austrália. A entidade afirma manter paciência para evitar conflitos nos locais de competição.
Mudança de regras e reações
A World Aquatics informou que a autorização passou a permitir participação com bandeiras nacionais, após acordo com a Unidade de Integridade Aquática (AQIU). O objetivo é manter as piscinas como espaço de competição pacífica entre nações.
Segundo a Federação, a medida se alinha a ajustes já feitos para juniores, mantendo critérios de integridade e campanhas antidoping. A organização afirmou que conflitos não devem ocorrer nas arenas esportivas.
Em janeiro, o Comitê Olímpico Internacional manteve a suspensão de russos e bielorrussos, que continuam competindo sob bandeiras neutras. O caso é parte de um contexto de sanções e tensões internacionais.
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