- A World Aquatics autorizou atletas da Rússia e da Bielorrússia a competirem com a bandeira, o hino e a identidade de seus países.
- A mudança vale para disputas que antes eram com bandeiras neutras, incluindo atletas que já competiam na categoria de juniores.
- A Ucrânia não enfrentou a Rússia na Copa do Mundo de Polo Aquático, disputada em Sydney, como reação à nova autorização.
- A autorização depende de aprovação em quatro testes antidopings consecutivos.
- O COI manteve, em janeiro, a suspensão de russos e bielorrussos nas Olimpíadas de Inverno Milão-Cortina, que também registrou desclassificação de ucraniano por homenagem em capacete.
A Federação Internacional de Esportes Aquáticos (World Aquatics) autorizou atletas russos e bielorrussos a competir com a bandeira, o hino e a representação de seus países em competições oficiais. A decisão foi anunciada nesta segunda-feira (13).
A mudança altera regras para atletas que antes disputavam sob bandeira neutra. A autorização depende da aprovação em pelo menos quatro testes antidopings consecutivos, segundo a entidade. A medida vale tanto para atletas adultos quanto para a atual temporada.
Segundo a World Aquatics, a iniciativa busca manter locais de competição livres de conflitos, promovendo eventos pacíficos nas piscinas. A entidade destacou que a decisão segue acordo com a Unidade de Integridade Aquática (AQIU).
Protesto da Ucrânia
A Ucrânia não se apresentou para enfrentar a Rússia pela Copa do Mundo de Polo Aquático, realizada em Sydney, na Austrália, como forma de repúdio à mudança. A ausência foi observada durante a disputa entre as equipes.
Em janeiro, o Comitê Olímpico Internacional manteve a suspensão de russos e bielorrussos, que seguem competindo com bandeiras neutras. A situação no polo aquático contrastou com o que ocorreu nas Olimpíadas de Inverno de Milão-Cortina, quando houve controvérsia envolvendo homenagens a atletas mortos na guerra.
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