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Roland Garros: o que João Fonseca precisa para ser cabeça de chave

João Fonseca precisa somar cerca de 150 pontos até Roma para virar cabeça de chave no Roland Garros, com resultados em Munique, Madri e Roma definindo a vaga

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  • João Fonseca já está confirmado na chave principal de Roland Garros e mira entrar no top 32 antes do corte, ocupando a 35ª posição da ATP.
  • Para virar cabeça de chave, ele precisa ganhar cerca de 150 pontos líquidos nas próximas semanas.
  • o cenário é favorável: ele tem pouco a defender e tudo que conquistar na gira até roma tende a subir no ranking.
  • Os pontos mínimos que podem bastar, em cenário básico, são: quartas de final em Munique (50), terceira rodada em Madri (50) e vitória em Roma (30), somando cerca de 130.
  • Um caminho mais sólido seria chegar às oitavas em Madri ou Roma; assim, Fonseca fica próximo de entrar entre os cabeça de chave e evita adversários fortes nas primeiras rodadas.

João Fonseca está confirmado na chave principal de Roland Garros, com a meta de entrar no top 32 antes do corte de ranking. O brasileiro busca pontos nas próximas semanas após boa fase na temporada de saibro europeu.

Com a atualização desta segunda-feira, Fonseca aparece na 35ª posição da ATP. Para virar cabeça de chave em Paris, ele precisa somar cerca de 150 pontos líquidos até o fim do circuito pré-Rom.

Cenário atual favorece o crescimento no ranking. O brasileiro não tem muitos pontos grandes a defender na gira de saibro, o que facilita a melhora na tabela conforme avançam as semanas.

Entre os rivais diretos citados, o inglês Jack Draper ocupa o 28º lugar, com oscilação recente. Outros concorrentes próximos são Tomás Etcheverry, Arthur Fils, Corentin Moutet, Ugo Humbert, Tallon Griekspoor e Brandon Nakashima.

O ranking que define os cabeças de chave será fechado após o Masters 1000 de Roma, de 6 a 17 de maio. Até lá, Fonseca tem quatro torneios no calendário e pode ter semanas decisivas para o top 32.

Torneios que definem a corrida até Roland Garros. A primeira parada é Munique, onde alcançar as quartas rende 50 pontos. Fonseca estreia nesta terça-feira contra Alejandro Tabilo, no saibro alemão.

Depois vem Madri, com potencial de grande salto no ranking se houver campanha de segunda semana. Se cair cedo na Espanha, há a opção de disputar o Challenger 175 de Aix-en-Provence, na França, para somar pontos rápidos.

A gira pré-Roland Garros se encerra em Roma, último Masters 1000 antes do corte. Um bom desempenho pode ser decisivo para a vaga de cabeça de chave.

Resultados mínimos que podem bastar. Quartas em Munique (50 pts), terceira rodada em Madri (50 pts) e vitória em Roma (30 pts) somam cerca de 130 pontos, suficiente para encostar no grupo dos cabeças de chave, dependendo dos rivais.

Alternativas mais fortes passam por semifinal em Munique (100 pts) e terceira rodada em Madri (50 pts), o que aproximaria Fonseca da zona de cabeça de chave. Uma oitava de final em um Masters 1000 também ajuda.

Uma semana decisiva pode resolver tudo. O caminho mais direto é chegar às oitavas de Madri ou de Roma. Dois bons resultados médios também costumam abrir a porta para Paris, mantendo Fonseca no top 30.

Se confirmar a vaga, Fonseca chega a Roland Garros entre os 30 melhores e evita adversários fortes já na primeira semana, como ocorreu em Miami, quando enfrentou Carlos Alcaraz na segunda rodada.

Fonte: Luccas Oliveira, CNN Brasil.

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