- A FIA proibiu a prática que permitia às equipes Mercedes e Red Bull manter potência máxima por mais tempo nas retas finais de volta, aumentando a velocidade, segundo o site The Race.
- A técnica consistia em contornar a exigência de redução de potência ao usar a energia da bateria, evitando a queda gradual de desempenho perto da linha de cronometragem.
- O ganho esperado era de apenas alguns centésimos de segundo, suficiente para influenciar a definição dos classificatórios.
- A Ferrari pediu esclarecimentos à FIA, sinalizando que há ressalvas quanto à aprovação por riscos de segurança.
- A FIA deve punir a prática a partir das próximas corridas; a Fórmula 1 está em pausa até a etapa de 3 de maio, em Miami, devido aos cancelamentos no Bahrein e na Arábia Saudita.
A FIA proibiu a utilização de um truque de motor apontado como vantagem para as equipes Mercedes e Red Bull na fase final de uma volta. A informação veio à tona via o site The Race, segundo apuração recente.
Segundo a publicação, as fornecedoras de motores teriam encontrado uma forma de contornar as regras de redução de potência quando o carro usa energia da bateria nas retas, mantendo a potência máxima por mais tempo.
A Ferrari acionou o circuito, pedindo esclarecimentos à FIA sobre o tema. A equipe entende que a tática pode ser legal, mas aponta ressalvas quanto à aprovação por riscos de segurança.
Medidas da FIA
A entidade teria enviado documentos às equipes, indicando que a prática não será mais tolerada e deverá perder a vantagem obtida a partir das próximas corridas. A medida visa evitar desequilíbrios na classificação.
A versão oficial é de que a FIA reprimi o método após avaliação técnica, com efeito imediato a partir das próximas etapas. Não houve confirmação sobre sanções diretas às equipes envolvidas.
Panorama atual da Fórmula 1
A Fórmula 1 vive pausa na temporada devido ao cancelamento dos GPs do Bahrein e da Arábia Saudita por motivos políticos regionais. A próxima corrida está marcada para 3 de maio, em Miami.
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