- Oscar Schmidt morreu na tarde desta sexta-feira, 17 de abril, em Santana de Parnaíba, interior de São Paulo; a causa não foi divulgada.
- Guerrinha, ex-armador da seleção brasileira e atual supervisor do Mogi Basquete, lamentou a perda e destacou o legado do ídolo.
- Oscar foi peça-chave na conquista do ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis, quando o Brasil venceu os Estados Unidos pela primeira vez em casa.
- Naquele Pan, Oscar anotou 46 pontos, marcando história e elevando o basquete brasileiro ao reconhecimento internacional.
- Guerrinha ressaltou que Oscar e Marcel eram capitães da equipe, contribuindo para o auge da geração com conquistas em Mundiais, Olimpíadas e Pan-Americanos.
O basquete brasileiro sofreu uma perda histórica com a morte de Oscar Schmidt nesta sexta-feira (17). O ex-armador da seleção, hoje supervisor do Mogi Basquete, faleceu após passar mal em casa e ser levado ao Hospital Municipal de Santana de Parnaíba, no interior de São Paulo. A causa da morte não foi divulgada.
Guerrinha, ex-companheiro de Oscar e atual supervisor do Mogi, lamentou a perda e ressaltou o legado deixado pelo ídolo. Ele destacou que Oscar foi referência para a geração, tanto pela qualidade técnica quanto pela liderança demonstrada fora das quadras, ao lado de Marcel.
O Pan-Americano de Indianápolis de 1987 é lembrado como marco. O Brasil venceu os EUA em território americano, com Oscar marcando 46 pontos e abrindo o caminho para a primeira derrota dos norte-americanos em casa em disputas oficiais.
Guerrinha também comentou a importância de Oscar nos Jogos Olímpicos e Mundiais, afirmando que a dupla capitaneada por Oscar e Marcel estimulou o crescimento do basquete nacional e elevou o nível da equipe brasileira ao longo das décadas.
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