- Mão Santa, Oscar Schmidt, morreu aos 68 anos em São Paulo nesta sexta-feira, 17 de abril.
- Ele ficou conhecido por ser o maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos, com cinco participações.
- Nunca atuou na NBA, mas teve uma carreira de impacto mundial e recebeu elogios de veículos internacionais.
- A passagem pela Itália incluiu clubes como Caserta e Pavia, sendo lembrada como etapa decisiva de sua carreira.
- A ANSA mencionou que Schmidt era o único brasileiro no Hall da Fama da NBA, além de destacar seu recorde mundial de pontos e a medalha de ouro no Pan‑americanos de 1987.
O astro do basquete Oscar Schmidt faleceu nesta sexta-feira, 17, aos 68 anos, em São Paulo. O atleta era conhecido por recusar a carreira na NBA para defender a seleção brasileira ao longo de cinco Jogos Olímpicos.
Schmidt é reconhecido como o maior cestinha da história olímpíca, com marcas que permanecem até hoje. Apesar de nunca ter atuado na NBA, sua trajetória ganhou destaque internacional por sua importância no basquete brasileiro e mundial.
Diversos veículos internacionais destacaram a carreira do brasileiro. O Washington Post ressaltou a prioridade dada à seleção, a participação em cinco Olimpíadas e as marcas de pontuação atingidas pelo jogador.
Trajetória internacional
A Gazzetta dello Sport lembrou a passagem por clubes italianos, como Caserta e Pavia, e a atuação no basquete europeu. O jornal destaca a vinda a Caserta em 1982, após recomendação de Boscia Tanjevic, e o impacto no campeonato italiano.
A ANSA afirmou que Schmidt foi o único brasileiro no Hall da Fama da NBA e destacou seu reconhecimento como um dos 100 melhores jogadores de basquete de todos os tempos. A emissora espanhola RTVE apontou recordes de pontuação e as passagens por Palmeiras, Flamengo e clubes italianos.
O jornal argentino Clarín exaltou a participação dele pela seleção brasileira, incluindo a vitória histórica sobre os EUA nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis, conquista considerada marcante para o esporte no país.
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