- Oscar Schmidt, conhecido como Mão Santa, morreu aos 68 anos, deixando legado no basquete brasileiro e internacional.
- Fato marcante: abriu mão de jogar na NBA para atuar pela seleção brasileira ao longo de sua carreira.
- Veículos estrangeiros destacaram sua participação em Jogos Olímpicos, marcas históricas e influência no basquete italiano, além do destaque na carreira internacional.
- Clarín (Argentina) mencionou a medalha de ouro nos Jogos Pan-americanos de 1987 como um dos momentos-chave da seleção.
- The Washington Post, Associated Press, Marca (Espanha) e Gazzetta dello Sport (Itália) lembraram o impacto de Schmidt, incluindo recortes sobre sua defesa de arremessos de três pontos e seu legado fora das quadras.
Oscar Schmidt, ícone do basquete brasileiro conhecido como Mão Santa, morreu aos 68 anos nesta sexta-feira, 17 de abril. A saída diante do basquete foi anunciada pela imprensa nacional e repercutiu mundialmente, destacando seu legado e a recusa à NBA para defender a Seleção Brasileira. A causa da morte não foi divulgada pelo momento.
Profissionais da imprensa internacional destacaram a carreira histórica do jogador. O Clarín, da Argentina, o posiciona como uma das maiores lendas do esporte, lembrando atuações olímpicas e jogos memoráveis, incluindo a vitória do Brasil sobre os EUA na medalha de ouro do Pan de 1987. A reportagem ressalta a importância de Schmidt nesses eventos.
A Associated Press, dos Estados Unidos, relembra o apelido Mão Santa, dado pela torcida brasileira, e o carinho com que era recebido no país. O texto afirma que ele lutou contra um tumor cerebral por 15 anos, mantendo postura de coragem, dignidade e resiliência, além de destacar o papel de referência para jovens atletas.
The Washington Post, também dos EUA, destaca a trajetória internacional de Schmidt e o impacto de suas marcas olímpicas, lembrando que ele nunca atuou na NBA, mas disputou cinco Jogos Olímpicos seguidos. O artigo cita seu início em 1974 e a passagem pela Itália, onde marcou época e influenciou nomes como Kobe Bryant.
Em território espanhol, o Marca destaca a confirmação da Confederação Brasileira de Basquete sobre Schmidt como símbolo eterno do basquete nacional, em reconhecimento pelo que ele representou dentro e fora das quadras. A homenagem enfatiza a contribuição para o crescimento do esporte no Brasil.
A Gazzetta dello Sport, da Itália, reconstitui a passagem europeia de Schmidt, com destaque por Caserta e Pavia. Em 1982, o jogador chegou à Itália a pedido de um gerente, tornando-se referência no campeonato. Segundo a publicação, ele somou 11 temporadas na região, com média de 34,6 pontos por jogo.
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