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Lula lamenta morte de Oscar Schmidt e destaca legado no basquete

Lula homenageia Oscar Schmidt como maior ídolo do basquete brasileiro, destacando obstinação, amor à seleção e legado para gerações

Lula afirmou que a dedicação de Schmidt (foto) elevou o nome do Brasil, fazendo do ex-jogador "inspiração para gerações de atletas e amantes" do esporte
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  • O presidente Lula lamentou a morte de Oscar Schmidt, aos 68 anos, após ele dar entrada no Hospital Municipal Santa Ana, na região metropolitana de São Paulo.
  • Lula o definiu como o maior ídolo da história do basquete brasileiro, destacando sua obstinação, talento e amor à camisa da seleção.
  • Schmidt disputou cinco Olimpíadas e é o maior cestinha da história das Olimpíadas, com 1.093 pontos; jogou na Europa após recusar proposta da NBA.
  • No Brasil, atuou por Sírio, Corinthians e Flamengo; na Europa, teve passagens por JuveCaserta, Pavia e Forum Valladolid; nasceu em Natal, em 1958, e iniciou a carreira aos 16 anos.
  • A despedida será realizada de forma privada, apenas para familiares, em respeito ao desejo da família.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou a morte de Oscar Schmidt nesta sexta-feira, 17 de abril de 2026. O ex-jogador de basquete faleceu horas após dar entrada no Hospital Municipal Santa Ana, na região metropolitana de São Paulo. A assessoria confirmou o falecimento aos 68 anos.

Lula descreveu Schmidt como o maior ídolo da história do basquete brasileiro e ressaltou seu amor pela seleção. O perfil do presidente no X destacou a obstinação e o talento do atleta, além de sua liderança nas quadras.

Oscar Schmidt foi hospitalizado em Santana do Parnaíba, na Grande São Paulo, após passar mal. A família, em comunicado, não detalhou a causa, mas lembrou que o jogador já havia recebido diagnóstico de tumor cerebral em 2011.

Trajetória no basquete brasileiro

Schmidt iniciou a carreira no basquete em São Paulo, passando por Palmeiras, Sírio, Corinthians e Flamengo. Ganhou notoriedade pela habilidade ofensiva e pela identificação com o público.

Na Europa, atuou por Juventus Caserta, Pavia (Itália) e Fórum Valladolid (Espanha). Sua atuação consolidou prestígio internacional, tornando-o referência do esporte no Brasil por décadas.

Destaques olímpicos e reconhecimentos

Representou o Brasil em cinco Olimpíadas, estabelecendo recorde de 1.093 pontos, torne-se o maior cestinha da história olímpíca até hoje. Em 2013, foi incluído no Hall of Fame do basquete, reconhecendo a contribuição ao esporte.

A despedida do atleta será privada, conforme decisão da família, que pediu respeito à privacidade neste momento de luto.

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