- Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro, morreu aos 68 anos em São Paulo; a notícia causou comoção entre esportistas e fãs.
- O ex-jogador enfrentou um tumor no cérebro aos 55 anos, passou por cirurgias, radioterapia e quimioterapia, e foi considerado curado após 11 anos de tratamento.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou a perda pelas redes sociais, destacando o apelido “Mão Santa” e a sua forma de unir o país em torno das quadras.
- O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, afirmou que o Brasil perde um dos maiores atletas e que Schmidt foi uma lenda mundial que defendeu o Brasil.
- Outros líderes, como o presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre, e o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta, elogiaram o legado do atleta, enquanto o senador Flávio Bolsonaro trouxe mensagem de inspiração para jovens. A causa da morte não foi divulgada.
Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira aos 68 anos, em São Paulo. O ex-jogador da seleção brasileira de basquete faleceu, gerando comoção entre fãs e atletas.
O presidente Lula da Silva, que está em viagem à Europa, lamentou a perda pela X, referindo-se ao jogador pelo apelido Mão Santa. Ele disse que Schmidt uniu o país nas quadras com arremessos precisos e liderança inquestionável.
O chefe do Executivo interino, Geraldo Alckmin, também divulgou mensagem nas redes, afirmando que o esporte brasileiro perdeu um dos seus maiores atletas e destacando a defesa do Brasil em quadra.
Reações de autoridades
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, enalteceu o legado de Schmidt, lembrando que sua história permanece na memória dos brasileiros e que o Congresso envia solidariedade aos familiares.
A presidente da Câmara, deputada Ivonete Motta, destacou a garra do ex-jogador e a busca pela camisa da Seleção como marca de sua trajetória.
O senador Flávio Bolsonaro, então pré-candidato, comentou que a vontade de vencer de Schmidt deve inspirar jovens e atletas, reforçando valores de disciplina e patriotismo.
Trajetória e saúde
Schmidt participou de cinco Olimpíadas e é recordado como maior pontuador da história do basquete brasileiro. Ao longo da carreira, foi celebrado pela defesa e pelo desempenho dentro das quadras.
Numa fase recente, o ex-jogador enfrentou um tumor cerebral, com duas cirurgias e tratamentos que incluíram radioterapia e quimioterapia. Em 2022 disse ter recebido alta após aprovação médica.
A causa da morte não foi formalmente divulgada. Segundo apuração, Schmidt chegou a passar mal e recebeu atendimento em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo.
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