- Oscar Schmidt, o ex-jogador conhecido como Mão Santa, morreu aos 68 anos em São Paulo, após mal-estar; o HMSA confirmou o falecimento.
- Ele detém o recorde de maior pontuador da história do basquete, com 49.703 pontos, e atuou em 25 temporadas, disputando cinco Olimpíadas.
- Foi cestinha olímpico com 1.093 pontos e ajudou o Brasil a conquistar o ouro no Pan-americano de 1987, em Indianápolis.
- Além das quadras, tornou-se palestrante de RH, realizou mais de mil apresentações e ganhou cinco vezes o Top of Mind de RH, com oito indicações.
- Pela Seleção Brasileira, somou 7.693 pontos em 326 partidas oficiais; deixa um legado de superação e trabalho em equipe.
O mundo do basquete acordou nesta sexta-feira (17) com a notícia da morte de Oscar Schmidt, aos 68 anos. O ex-jogador sentiu-se mal e recebeu atendimento no Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, em São Paulo, mas não resistiu. O Brasil perde o maior pontuador da história do basquete, com 49.703 pontos.
Nascido em Natal, Schmidt integrou 25 temporadas da modalidade e disputou cinco Olimpíadas seguidas. Ele é o maior cestinha olímpico, com 1.093 pontos somados. Em 1987, comandou o Brasil na vitória contra os Estados Unidos no Pan de Indianápolis, conquistando o ouro.
Legado no esporte e nos palcos
Além das quadras, Oscar consolidou-se como palestrante de RH, realizando mais de 1.000 apresentações para diversas empresas. Foi vencedor cinco vezes do Top of Mind de RH e recebeu oito indicações ao prêmio ao longo da carreira, segundo veículos de imprensa.
Portanto, o ex-jogador encerrou a carreira pela Seleção Brasileira com 7.693 pontos em 326 partidas oficiais. Sua história permanece marcada pela superação, pelo treino intenso e pela capacidade de inspirar atletas e profissionais pelo Brasil.
Entre na conversa da comunidade