- Oscar Schmidt morreu aos 68 anos nesta sexta-feira (17); a causa da morte não foi divulgada e ele chegou a ser atendido no Hospital e Maternidade Santa Ana, em Santana de Parnaíba, após passar mal.
- Foi um dos maiores nomes do basquete mundial, com carreira de trinta e quase três décadas e participação em cinco Olimpíadas (1980, 1984, 1988, 1992 e 1996).
- É o maior cestinha da história do basquete, com 49.737 pontos, sendo 42.042 em clubes e 7.695 pela seleção brasileira.
- Chamado de “Mão Santa” pela precisão nos arremessos, integrou o Hall da Fiba (Federação Internacional de Basquetebol).
- Diagnosticado com tumor cerebral aos 55 anos, fez cirurgias, radioterapia e quimioterapia, declarou-se curado após longos anos de tratamento; após a aposentadoria, atuou como empresário e palestrante.
Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro, morreu nesta sexta-feira (17) aos 68 anos. A assessoria de imprensa confirmou a informação ao Portal. A causa da morte não foi divulgada. Ele chegou a ser atendido no Hospital e Maternidade Santa Ana, em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, após passar mal.
Schmidt teve uma carreira de quase três décadas como atleta profissional e participou de cinco Jogos Olímpicos. Foi atleta com mais pontos na história do basquete mundial, com 49.737 pontos marcados ao longo da carreira.
O jogador ficou conhecido pela paradinha decisiva e pela habilidade de arremesso, recebendo o apelido Mão Santa. Integrante do Hall da Fama da Fiba, ele também é recordista de participações olímpicas no basquete masculino.
A trajetória de Schmidt começou no juvenil do Palmeiras, aos 14 anos, e se estendeu por 29 anos. Ele atuou tanto em clubes quanto pela seleção brasileira, levando o país a conquistas importantes em sua era.
Conforme o histórico de saúde, Oscar enfrentou um tumor cerebral aos 55 anos. Passou por duas cirurgias, radioterapia e quimioterapia, anunciando histórico de alta após tratamento prolongado. Em 2022, declarou ter vencido a doença.
A família pediu privacidade para o momento de luto, reforçando o desejo de manter a despedida reservada aos familiares. A imprensa permanece com a comunicação oficial da assessoria.
O legado de Schmidt permanece vivo no esporte mundial e nas lembranças de fãs e atletas. Sua carreira é lembrada por resultados expressivos, dedicação e influência deixada no basquete brasileiro e internacional.
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