- Oscar Schmidt morreu aos 68 anos nesta sexta-feira (17), em São Paulo, após chegar ao hospital com mal-estar.
- A notícia repercutiu na imprensa internacional, com L’Équipe, da França, e Marca, da Espanha, chamando-o de lenda do basquete.
- O L’Équipe ressaltou a carreira incomparável do brasileiro e o coloca como o segundo maior cestinha da história, com 49.973 pontos.
- A Associated Press, dos Estados Unidos, relembrou a dedicação dele à seleção brasileira por 19 anos e sua importância no basquete brasileiro.
- O La Gazzetta dello Sport, da Itália, destacou a passagem por clubes europeus e mencionou que Schmidt lutava contra um tumor cerebral há algum tempo.
Oscar Schmidt, lenda do basquete brasileiro, morreu nesta sexta-feira (17) aos 68 anos em São Paulo, após ser levado a um hospital com mal-estar. A notícia ganhou espaço internacional e mobilizou fãs ao redor do mundo.
O brasileiro era conhecido por popularizar o basquete no Brasil e teve uma carreira marcada por feitos expressivos fora da NBA. Ele é o segundo maior pontuador da história da modalidade, com quase 50 mil pontos, atrás apenas de LeBron James.
Schmidt atuou na seleção brasileira por 19 anos e foi peça-chave na histórica vitória sobre os Estados Unidos na final dos Jogos Pan-Americanos de 1987, entre outras conquistas. Além da seleção, atuou em clubes brasileiros e europeus.
A imprensa externa também reconhece a importância do atleta no panorama do basquete fora dos EUA. Veículos da França, Espanha e Itália destacaram sua carreira e o legado deixado ao esporte.
Na França, o jornal especializado enfatizou a carreira incomparável e o papel de Schmidt na popularização do basquete no Brasil. Na Espanha, marcas do legado são ressaltadas em retrospectivas sobre sua trajetória.
Na Itália, a mídia destacou passagens por clubes europeus, como o Snaidero e o Pavia, observando também o tempo dedicado ao esporte antes do falecimento. Em países de língua inglesa, a cobertura manteve o foco nos feitos de Schmidt pela seleção brasileira.
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