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Oscar Schmidt é homenageado pelo COB; filho comenta último capítulo

Oscar Schmidt é incluído no Hall da Fama do COB; filho afirma que é o último capítulo da carreira, em meio à confirmação de sua morte

Oscar Schmidt, ex-jogador de basquete, foi homenageado este ano
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  • Oscar Schmidt foi incluído oficialmente no Hall da Fama do COB neste mês, em cerimônia no Rio de Janeiro, onde não pôde comparecer por cirurgia e foi representado pelo filho Felipe Schmidt; a lenda morreu hoje.
  • A homenagem celebra a trajetória do atleta de sessenta e oito anos, que disputou cinco Jogos Olímpicos (Moscou 1980, Los Angeles 1984, Seul 1988, Barcelona 1992 e Atlanta 1996) e atingiu 1.093 pontos, marca nunca igualada por um jogador da modalidade; também é o maior cestinha da seleção brasileira, com 7.693 pontos.
  • Oscar Schmidt também integra o Hall da Fama da Federação Internacional de Basquete (FIBA) e da liga norte-americana de basquete (NBA), recebendo a honraria mesmo sem ter atuado na NBA; foi ainda listado entre os 100 maiores de todos os tempos.
  • Entre os principais títulos está o ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianapolis, quando o Brasil venceu os donos da casa na final por 120 a 115.
  • A homenagem reforça o legado de Schmidt, reconhecido por defender a seleção brasileira nas Olimpíadas e por contribuir para o basquete nacional.

Oscar Schmidt foi homenageado pelo Comitê Olímpico Brasileiro ao ser oficialmente incluído no Hall da Fama do COB. O evento ocorreu em 8 de março, no Rio de Janeiro, com a presença só do representante, por cirurgia, filho Felipe Schmidt. A notícia include o falecimento da lenda do basquete, aos 68 anos.

A trajetória do atleta ganhou destaque pela participação em cinco edições olímpicas: Moscou 1980, Los Angeles 1984, Seul 1988, Barcelona 1992 e Atlanta 1996. Ele somou 1.093 pontos, marca histórica na modalidade. Também é o maior cestinha da seleção brasileira, com 7.693 pontos.

Schmidt integrou ainda o Hall da Fama da Fiba e da NBA, recebendo a honraria mesmo sem ter atuado na liga norte-americana. A lista dos 100 maiores de todos os tempos também o incluiu entre os destaques do basquete mundial.

Entre os títulos relevantes, destaca-se o ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis, quando o Brasil derrotou os EUA na final por 120 a 115. A conquista é lembrada como um marco na história do basquete nacional.

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