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Oscar Schmidt, jogador de basquete, morre aos 68 anos em São Paulo

Oscar Schmidt morre aos 68 em São Paulo após luta de quinze anos contra tumor cerebral, deixando legado no basquete e despedida restrita à família

Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial faleceu nesta sexta-feira (17), em São Paulo.
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  • Oscar Schmidt morreu aos 68 anos em São Paulo, nesta sexta-feira, 17 de abril de 2026, após lutar contra um tumor cerebral por cerca de quinze anos.
  • Nascido em Natal, no estado do Rio Grande do Norte, em 16 de fevereiro de 1958, começou no basquete ainda jovem e teve carreira marcante no Brasil e no exterior.
  • Foi campeão sul-americano pela seleção brasileira e conquistou medalha de bronze; disputou cinco Olimpíadas (Moscou, Los Angeles, Seul, Barcelona e Atlanta) e foi destaque como cestinha em várias edições.
  • Atuou por onze temporadas na Itália (principalmente no Juvecaserta) e jogou no Brasil pelo Corinthians, Banco Bandeirantes, Mackenzie e Flamengo, onde soma a maior pontuação da história do clube, com 49.737 pontos.
  • Em 1991 foi eleito um dos cinquenta maiores jogadores pela Fiba e integrou o Hall da Fama da NBA; aposentou-se em 2003. O funeral ocorrerá de forma reservada aos familiares.

Oscar Schmidt, uma das maiores referências do basquete mundial, morreu nesta sexta-feira (17) em São Paulo aos 68 anos. Ele enfrentou um tumor cerebral por cerca de 15 anos.

A assessoria do atleta informou que a despedida será reservada apenas aos familiares, conforme desejo da família. Não houve detalhes sobre o velório ou o enterro.

A notícia confirma o falecimento em solo paulista, onde o veterano vivia. A família e a comunidade esportiva lamentam a ausência de um ídolo que marcou décadas.

Trajetória

Oscar Daniel Bezerra Schmidt nasceu em Natal, Rio Grande do Norte, em 16 de fevereiro de 1958. A paixão pelo basquete começou aos 13 anos, em Brasília, sob orientação do técnico Zezão.

Em 1974 mudou-se para São Paulo para integrar o basquete infanto-juvenil do Palmeiras. Em 1977 foi convocado para a seleção brasileira juvenil, recebendo o reconhecimento como melhor pivô sul-americano.

Na seleção principal, trouxe títulos sul-americanos e bronze. Em 1979 venceu a Copa William Jones e, em 1980, disputou a primeira Olimpíada em Moscou.

Continuidade e marcas

Participou de quatro outras Olimpíadas: Los Angeles 1984, Seul 1988, Barcelona 1992 e Atlanta 1996, sempre como cestinha. Atuou 11 temporadas na Itália, com destaque para Juvecaserta.

Em 1995 voltou ao Brasil para jogar no Corinthians, conquistando o título brasileiro em 1996. No Flamengo, entre 1999 e 2003, tornou-se o maior cestinha da história do basquete brasileiro, com 49 737 pontos.

Reconhecimento e aposentadoria

Foi incluído entre os 50 Maiores Jogadores pela Fiba em 1991 e integrou o Hall da Fama da NBA. Anos após a aposentadoria, em 2003, seguiu atuando como palestrante e divulgando a história do esporte.

Em 2022, em entrevista à TV Brasil, Schmidt, aos 64 anos, revelou que vive intensamente a vida, valorizando as palestras como forma de compartilhar aprendizados com o público.

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