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Oscar Schmidt, principal nome do basquete brasileiro, morre aos 68 anos

Morre aos 68 anos Oscar Schmidt, principal nome do basquete brasileiro, que liderou o Brasil na histórica vitória sobre os Estados Unidos no Pan-Americano de 1987

Oscar Schmidt | Divulgação/COB
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  • Oscar Schmidt morreu aos 68 anos nesta sexta-feira (17); ainda não há confirmação sobre a causa, segundo a assessoria, e ele chegou a receber socorro médico.
  • Nascido em Natal, teve carreira de mais de vinte e cinco anos defendendo clubes brasileiros e europeus, incluindo Itália e Espanha.
  • Foi ídolo da seleção brasileira e conquistou o ouro no Pan-americano de 1987, marcando 46 pontos na vitória por 120 a 115 sobre os Estados Unidos.
  • Participou de cinco Jogos Olímpicos entre 1980 e 1996, é o maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos.
  • Em 1995 retornou ao Brasil, atuando por Corinthians, Mackenzie e Flamengo; aposentou-se em 2003 com 49.737 pontos, tornando-se o maior pontuador da história do basquete mundial.

Oscar Schmidt, principal nome do basquete brasileiro, morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos. A informação foi divulgada pela assessoria do ex-jogador. Não há confirmação oficial sobre a causa da morte.

Segundo a assessoria, Oscar chegou a ser socorrido após passar mal e recebeu atendimento médico. Ele era considerado o maior ídolo do basquete do país, com carreira de mais de 25 anos e várias conquistas nacionais e internacionais.

Nascido em Natal, o ex-jogador iniciou a trajetória no basquete aos 13 anos. Em 1974, destacou-se pelo Palmeiras e disputou o Mundial de 1978 pela seleção.

Vida e carreira

  • No cenário internacional, atuou na Itália por 11 temporadas, com passagem por Juvecaserta e Pavia, tornando-se o primeiro líder de pontuação no campeonato italiano.
  • Pelos Jogos Olímpicos, integrou a seleção brasileira em cinco edições entre 1980 e 1996, acumulando 1.093 pontos e tornando-se o maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos.
  • Em Pan-americanos, liderou o Brasil na vitória sobre os EUA em 1987, feito inédito fora de casa, marcando 46 pontos na final.
  • De volta ao Brasil, atuou por Corinthians, Mackenzie e Flamengo, atingindo a pontuação histórica de 49.737 pontos, recorde mundial na época.
  • Aposentou-se em 2003, deixando legado marcado por longevidade e desempenho excepcional. Seus feitos lhe garantiram vaga no Hall da Fama do basquete.

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