- Oscar Schmidt morreu aos 68 anos na sexta-feira, dia 17, deixando o legado como um dos ícones do basquete brasileiro.
- O primogênito Filipe Schmidt prestou homenagem ao pai; o ex-jogador atuou pela Seleção em mais de 300 jogos e integrou o rol de medalhas em Sul-Americanos, Mundiais e Pan-Americanos.
- O atleta lutou por cerca de 15 anos contra glioma de baixo grau, enfrentou cirurgias, radioterapia e quimioterapia, e declarou ter ficado livre da doença em 2022.
- O Comitê Olímpico do Brasil promoveu uma cerimônia de Hall da Fama em Copacabana, na qual Filipe o representou por não poder comparecer; a honraria ocorreu no início deste mês.
- Filipe publicou uma homenagem nas redes sociais destacando o legado do pai, pedindo respeito à família e dizendo que o pai foi um exemplo de vida.
O ex-jogador Oscar Schmidt, ícone do basquete brasileiro, morreu aos 68 anos na sexta-feira, 17 de maio. A morte encerra uma carreira marcante com mais de 300 partidas pela seleção brasileira e diversas medalhas em Sul-Americanos, Mundiais e Pan-Americanos. A notícia foi confirmada pela família.
Schmidt travou uma batalha contra um glioma de baixo grau há cerca de 15 anos, passando por cirurgias, radioterapias e quimioterapias. Em 2022 ele anunciou estar livre da doença. A morte aconteceu após o novo desfecho médico, conforme boletim familiar.
O primogênito Filipe Schmidt prestou homenagem pública ao pai após o falecimento. Filipe é corredor e diretor criativo; a caçula é Stephanie. Em 2023, o atleta já havia sido representado pelo filho na cerimônia do Hall da Fama do COB, realizada no Rio de Janeiro, em Copacabana, devido à ausência de Oscar.
Na mensagem publicada pelo filho nas redes sociais, Filipe descreve o pai como um ídolo mundial, destaca o legado no basquete e pede respeito à família neste momento de luto. Ele reforça ainda o compromisso de honrar os ensinamentos recebidos e de manter viva a memória do pai.
O Hall da Fama do COB ocorreu no início do mês, em evento à parte da memória do jogador. Oscar Schmidt ficou conhecido como um dos maiores representantes do basquete brasileiro, tanto em competições sul-americanas quanto em campeonatos mundiais e pan-americanos.
A carreira de Schmidt é lembrada por sua longevidade e pelo impacto no esporte nacional. Além das marcas em quadra, a trajetória ganhou reconhecimento institucional e artístico, preservando a imagem de um atleta que ajudou a popularizar o basquete no Brasil.
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