- Setenta e uma pessoas, de dezoito países, participaram do marathon subterrâneo na Mina Garpenberg, na Suécia, a 1.120 metros abaixo do nível do mar, em outubro de 2025.
- O percurso tinha cinco metros de largura e se estendia por mais de uma milha, completando o maratona por meio de onze voltas.
- O ambiente tinha aproximadamente 24 °C e 72% de umidade; os túneis eram pouco iluminados, com headlamps, capacete e sem fones de ouvido.
- O vencedor foi o narrador, que terminou em três horas e 17 minutos, superando Mika e Michael; todos recebem o título de recordistas mundiais do Guinness.
- O clima de camaradagem ficou evidente ao final, com a chegada do último corredor sendo festejada junto de uma refeição e uma celebração.
O mundo ficou curioso com a maratona mais profunda já realizada. O percurso foi feito em Garpenberg, na Suécia, dentro de uma mina de zinco a 1120 metros abaixo do nível do mar. O desafio ocorreu em outubro de 2025, com 55 corredores de 18 países. A prova entrou para o Guinness como a mais profunda do mundo.
Os participantes ficaram 24 graus Celsius devido ao calor gerado pela mineração e pela energia geotérmica. Os túneis eram iluminados apenas por faróis de capacete, e o ar era renovado por ventilação da superfície. Regulamentos de segurança proibiam o uso de fones de ouvido, exigindo corrida em silêncio.
O percurso consistia em um túnel de cinco metros de largura, com mais de um quilômetro de extensão. Para completar um maratona, foi necessário correr até o fim e retornar 11 vezes. O ambiente era úmido, com alta umidade de 72% e muito pouca visibilidade além da iluminação local.
Segundo relatos, o fotógrafo e repórter Jacqui Paterson compilou a história a partir de depoimentos dos participantes. O que ficou registrado foi a superação e a participação internacional, com o grupo celebrando ao final a certificação de recorde mundial.
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