- A Ducati pode perder o nível A no MotoGP e passar a ter concessões já na segunda metade da temporada, após o Grande Prêmio da Alemanha.
- Para permanecer no nível A, é preciso somar mais de 85% dos pontos desde a Áustria no ano passado; a Ducati tem 407 pontos, contra 660,45 pontos de 85%.
- Restam oito Grandes Prêmios e a Ducati precisa de 253 pontos para chegar a 661, mantendo-se no nível A, o que exige média de 31,6 pontos por corrida.
- Atualmente, a média da Ducati em 2026 é de 23 pontos por prova; se cair para o nível B, passa a ter até três wild cards (concessões).
- A decisão depende de revisão após Sachsenring, antes da pausa de verão europeu; rivais como a Aprilia também devem ganhar ou perder vantagens.
A Ducati enfrenta um cenário incomum no MotoGP: pode passar a receber concessões na segunda metade da temporada. A mudança seria decorrência direta do desempenho recente da equipe, que caiu de posição na hierarquia de pontos. A medida buscaria aproximar o time das lideranças, com impacto nas próximas provas.
A avaliação interna aponta que, se não reagir, a Ducati perderá a faixa A para a B após a pausa de verão. A revisão de concessões ocorre após o Grande Prêmio da Alemanha, com nova definição antes de Sachsenring e do reinício do campeonato.
A equipe precisa somar 31,6 pontos por corrida para manter o nível atual. Até o momento, a média de 2026 fica em 23 pontos por etapa, frente a uma meta de 660,45 pontos para manter 85% do desempenho do ano anterior.
Caso caia para a faixa B, ficarão disponíveis três wild cards para a Ducati, o que pode alterar o equilíbrio entre as equipes. A exigência de recuperação depende de resultados nas oito provas restantes do calendário.
A depender da decisão, rivais diretos, como a Aprilia, devem avançar também alguns degraus de concessões, reduzindo eventuais vantagens competitivas. A análise segue baseada na performance recente e nas regras vigentes do sistema de concessões.
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