- Crescimento do ecoturismo no Brasil, que representa 13% das preferências nacionais, eleva a preocupação com a segurança em trilhas.
- Planejamento e vestimenta: o roteiro deve respeitar o condicionamento físico; roupas sintéticas, calçados com solado antiderrapante e proteção térmica são recomendados.
- Hidratação e nutrição: demanda média de pelo menos 2 litros de água para uma trilha de um dia; alimentação deve combinar energia rápida (frutas secas, mel, barras) com fontes de eletrólitos (castanhas, nozes).
- Itens de segurança e kit essencial: lanterna de cabeça e protetor solar são itens-chave; o kit deve incluir curativos, ataduras, antisséptico, pinça, tesoura, apito, analgésicos, anti-inflamatórios, sais de reidratação oral e manta térmica.
- Ações em emergências: acionar o resgate imediatamente para entorses, fraturas ou picadas; se não houver sinal de celular, retornar a um ponto com cobertura portando coordenadas GPS, horário da ocorrência e sintomas; informe o roteiro e a previsão de retorno a alguém de confiança.
O ecoturismo no Brasil vem crescendo, representando 13% das preferências nacionais. O aumento exige cuidado com a segurança em trilhas, principalmente quando o planejamento falha. Especialistas destacam itens e cuidados para trilheiros de curtas e longas distâncias.
Antes de sair, o roteiro deve respeitar o condicionamento físico e o terreno. Roupas funcionais ajudam a proteger do frio e de mudanças climáticas. Tecidos sintéticos separam suor rapidamente, calçados adequados reduzem quedas e capas de chuva evitam hipotermia.
A hidratação não pode faltar. Em trilhas de um dia, recomenda-se no mínimo 2 litros de água, aumentando conforme a intensidade. Frutas secas, mel e barras de cereal mantêm energia; castanhas ajudam na reposição de sais.
Itens de segurança inegociáveis
A mochila precisa de iluminação confiável, como lanterna de cabeça, em vez de depender apenas do celular. Protetor solar evita queimaduras que geram fadiga. A preparação reduz riscos em situações remotas e após imprevistos climáticos.
A vestimenta não é apenas estética: protege o corpo durante trechos íngremes e chuva. Calçados com bom solado oferecem aderência, evitando escorregões. Corta-vento e capa de chuva ajudam a manter o calor corporal.
O kit de primeiros socorros ideal
O kit básico de áreas remotas deve estabilizar a vítima até o resgate. Gazes estéreis, curativos, esparadrapo e micropore compõem o conjunto de proteção. Ataduras elásticas, antisséptico e luvas ajudam na assepsia e imobilização.
Ferramentas como pinça, tesoura e apito de emergência são essenciais. Medicamentos simples — analgésicos, anti-inflamatórios, antitérmicos e sais de reidratação — ajudam em desconfortos. Manta térmica serve para controle de calor em atrasos.
Como agir em emergências
Em caso de entorses, fraturas suspeitas ou picadas de animais, o resgate deve ser acionado imediatamente. Se o sinal de celular estiver indisponível, retorne a um ponto com sinal levando coordenadas, hora do acidente e sintomas da vítima.
Sempre informe previamente o roteiro e a previsão de retorno a alguém de confiança. A comunicação antecipada facilita operações de socorro e aumenta as chances de atendimento rápido.
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