- Mara Flávia Araújo, 38 anos, morreu na manhã de sábado durante a etapa de natação do Ironman Texas, nos Estados Unidos, no North Shore Park, por volta das 6h.
- O corpo foi localizado às 9h após buscas coordenadas pelo Corpo de Bombeiros e pelo Gabinete do Xerife do Condado de Montgomery, com apoio de radares.
- A organização do Ironman confirmou a fatalidade em nota oficial, sem divulgar a identidade da vítima.
- A atleta tinha vitórias no GP Brasil, terceiro lugar no Triatlo Brasília e duas classificações para o Campeonato Mundial de Ironman 70.3, levando a bandeira brasileira a provas nos EUA, Canadá, Espanha e Porto Rico.
- Nas redes sociais, amigos e fãs prestaram homenagens, destacando a motivação e o legado de Mara Flávia como comunicadora e atleta.
Mara Flávia Araújo, jornalista brasileira de 38 anos e triatleta, morreu durante a etapa de natação do Ironman Texas, nos Estados Unidos. O incidente ocorreu por volta das 6h, no North Shore Park, durante a prova.
Equipes de resgate, apoiadas pelo Corpo de Bombeiros e pelo Gabinete do Xerife do Condado de Montgomery, realizaram buscas por horas. O corpo foi encontrado às 9h com auxílio de radares.
A organização do Ironman confirmou a fatalidade em nota, sem divulgar o nome da vítima. A entidade expressou condolências à família e aos amigos e agradeceu aos socorristas pelo atendimento.
Legado no esporte
No âmbito esportivo, Mara colecionou vitórias no GP Brasil e ficou em terceiro lugar no Triatlo Brasília. Internacionalmente, conquistou duas vagas para o Campeonato Mundial de Ironman 70.3, levando a bandeira brasileira a provas nos EUA, Canadá, Espanha e Porto Rico.
Combinando comunicação e esporte
Formada em Jornalismo, Mara iniciou a carreira aos 18 anos em São Carlos, no interior paulista, atuando em rádio e TV e apresentando programas de esportes radicais. Em 2019, encontrou no triatlo um novo propósito de vida.
Nas redes sociais, Mara era seguida por cerca de 58 mil pessoas. Ela compartilhava a rotina de treinos e mensagens motivacionais, destacando a importância de organização, sono e alimentação para o desempenho.
A atleta também costumava enfatizar que o esporte era ferramenta de renascimento e desafio de gestão de vida, conforme relatos de quem a acompanhava nas redes.
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