- Ben Shelton venceu Flavio Cobolli na final do ATP de Munique, na Alemanha, conquistando o quinto título da carreira e o segundo em 2026.
- Na decisão, Shelton abriu quatro a zero no primeiro set; Cobolli salvou oito set points antes de ceder a primeira parcial.
- O segundo set teve equilíbrio até o empate em cinco a cinco, quando Cobolli cometeu dupla falta no décimo primeiro game e abriu caminho para a vitória do americano.
- A vitória representa uma revanche após o quase título em 2025, quando o americano perdeu a final para Alexander Zverev.
- Shelton destacou estar jogando em nível alto no saibro e afirmou acreditar em evolução na temporada europeia.
Ben Shelton venceu Flavio Cobolli na final do ATP de Munique, disputada na Alemanha, sobre o saibro. O norte-americano garantiu o quinto título da carreira e o segundo na temporada de 2026, ampliando a sequência de bons resultados no piso em 2026.
A decisão começou com pressão de Shelton, que abriu 4 a 0 ao quebrar o serviço de Cobolli nos dois primeiros games. O italiano salvou oito set points e manteve o placar próximo até a primeira parcial, que ficou com Shelton.
No segundo set, o equilíbrio manteve-se até 5/5. Numa etapa decisiva, Cobolli cometeu uma dupla falta no 11º game, abrindo caminho para a quebra e a confirmação de Shelton no saque. O norte-americano mostrou consistência e fechou a partida.
> Entrei em quadra jogando em um nível muito alto, disse Shelton após a vitória. Consegui manter o ritmo no segundo set e fiz um tênis excelente. Fui aprimorando ao longo da semana, e a equipe trabalhou bem para chegar a este resultado.
A conquista em Munique marca a continuidade da boa fase de Shelton, que já havia chegado perto do título no ano anterior, perdendo a final para Alexander Zverev em 2025. Em 2026, ele superou a marca anterior e ascendeu no ranking, consolidando-se entre os favoritos nas próximas rodadas da temporada europeia.
Conquista recente em solo alemão reforça a evolução de Shelton no saibro, superfície onde ele projeta evoluções para a temporada. A vitória também serve como válvula de confiança para as próximas competições na Europa.
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