- Menina de 6 anos, Lucie Pichard, brilha no xadrez na França, já vencendo adversários adultos e experientes.
- Perfil da criança é gerido pelos pais e tem publicações ácidas que geram incômodo entre internautas e especialistas.
- Em março, Lucie faturou o título da Île-de-France na categoria sub‑8, após treinos diários e orientação de treinadores.
- Acompanhada por treinadores renomados, ela treina pelo menos uma hora por dia e recentemente passou a buscar adversários mais fortes em Vincennes.
- O canal de Instagram, com mais de 40 mil seguidores, carrega legendas provocativas que geram polêmica, apesar da defesa dos pais de que a menina quer competir.
Uma menina de 6 anos tem ganhado destaque no xadrez francês ao vencer adversários mais experientes, mas as publicações do seu perfil nas redes sociais, gerenciado pelos pais, têm sido alvo de críticas pela postura adotada.
A jovem treina em Paris e busca desafios cada vez mais fortes, inclusive fora do clube. Em uma partida acompanhada pela imprensa francesa, ela empatou com um jogador de nível nacional, diante de uma postura mais contida do oponente e de atitudes impulsivas da menina durante o jogo.
O acompanhamento de Lucie, desde o início do ano, é descrito pela imprensa como precoce. O pai, Nicolas, explica que a filha aprendeu as regras com dois anos e meio e joga diariamente há cerca de um ano, destacando a aceleração do aprendizado.
Controvérsia nas redes
Nos últimos meses, os pais a matricularam em treinamentos em Vincennes, sob orientação de Jean-Luc Chabanon, ex-treinador de uma grande jogadora francesa. O treinador afirma que a família enxerga grande potencial na criança e que o ambiente de treino ajuda no progresso.
Em março, Lucie conquistou o título da Île-de-France na categoria sub-8, ampliando a lucidez sobre o talento em desenvolvimento. O canal no Instagram, criado em setembro, já tem mais de 40 mil seguidores e transmite várias partidas.
O perfil é marcado por legendas provocativas associadas aos lances das partidas, o que gerou desconforto entre alguns internautas e ex-jogadores, que afirmam que o tom não condiz com o espírito do esporte.
O pai reforça a defesa do conteúdo, dizendo que a filha é quem quer produzir os vídeos e manter o canal. O treinador, por sua vez, ressalta a importância do desenvolvimento técnico e não se posiciona sobre as estratégias de comunicação.
Entre na conversa da comunidade